Megaman X – O início.

O jogo Megaman X (Rockman no Japão) foi um dos maiores ícones do SNES. Segundo a história do jogo “X” foi encontrado selado no antigo laboratório do Dr Ligth por doutor Cain. Dr Cain seguiu o modelo de X para criar o reploids (robôs que ajudavam os humanos). Mas por algum motivo que não se sabe qual, alguns robôs começaram a apresentar problemas e atacar os humanos, estes robôs foram chamados Maverics. Sigma, um robô com poderes altíssimos foi escolhido para liderar os caçadores dos Maverics. Mas subitamente Sigma se volta contra os Maverics Hunters, e começa uma guerra de proporções aterradoras.

Os vídeos a seguir mostram os acontecimentos que antecedem Megaman X. Pra quem é fã vale a pena conferir:

E aí o que acharam de ver como começa a história desse clássico?

Momento nostalgia: Baré

Muitos foram os momentos com este ícone da industrial regional. Quem não se lembra do delicioso Baré? No almoço: Baré; no lanche Baré; no jantar Baré; tinha gente que tomava Baré até no café da manhã. Apesar de existir nos sabores guaraná e cola, mas o inesquecível mesmo era o de tutti-fruti. Bons momentos vivemos com o Baré não é mesmo?!

Mas apesar de ser referência cativa nas mesas dos paraenses, em 2000 o Baré parou de ser comercializado em algumas partes do Brasil, inclusive no Pará. Sendo encontrado em pouquíssimos pontos de venda. Hoje existe somente na versão guaraná, já que as versões em tutti-fruti. e Cola foram descontinuadas.

Porém existe uma notícia boa para quem é amante do refri: eu já vi a venda em alguns pontos de venda na cidade,mas será que vão voltar a distribuir o Baré aqui em Belém? Vamos torcer né?!

Iron Maiden em Belém do Pará. EU FUI!!!

O dia 01/04/2011 vai ficar na história de Belém do Pará, pois afinal de contas foi o dia mais esperado do ano e para roqueiros, headbangers, apaixonados por heavy metal e tudo quanto é tipo de denominações para os amantes do rock. Foi o dia em que Belém se tornou a capital mundial do Heavy Metal, pois nada mais nada menos que os embaixadores do metal tocaram aqui. Enfim a cidade recebeu uma grande banda de Metal, o todo poderoso Iron Maiden.

Para quem não gosta pode não representar nada, afinal de contas é apenas mais uma banda de rock a tocar na cidade, mas para quem curte, foi HISTÓRICO.Um sentimento inexplicável, pois para muitos, como eu, aqueles caras representavam heróis, representavam aquela rebeldia de adolescente, um tempo que ouvir rock era ATITUDE. Um tempo onde ouvir heavy metal era ir de contra aos bons costumes, um tempo onde andar vestido com camiseta da banda te taxava de doido, anormal. Mas para toda essa legião de pessoas a sua sede foi saciada no dia 1º de abril, dia da mentira, mas o que aconteceu nesse dia foi a mais pura realidade.

Fazendo pose do lado de fora do Cidade Folia

Lembro-me, que a um ano atrás quando ouvi o, até então boato, que a Donzela de Ferro viria à Belém, eu não acreditei, e ainda com o agravante da data, 1º de Abril, pensei que era brincadeira, mas para a minha felicidade, e para milhares, não era.

A tarde estava chuvosa, e uma legião de pessoas vestidas de preto esperava desde cedo na frente do Parque de Exposições do Entroncamento, lugar onde iria acontecer o evento do ano. O portão estava previsto para abrir às 17 horas, mas foi aberto com uma hora de atraso, nada que tirasse o entusiasmo das pessoas.

Quando entramos foi aquele sufoco habitual, todos queria chagar mais próximo do palco. Não importava se estavam na área vip, camarote ou pista, todos procuraram o melhor lugar para ver o espetáculo. Claro que não se compara o bem estar vivido pelo pessoal do camarote e, em menor proporção, do camarote com a luta frenética dos guerreiros da pista. Mas apesar de toda a labuta foi incrível.

Depois de uma hora o Stress abre o show, e nada mais merecido para os caras que foram pioneiros do metal no Brasil, abrir para a maior banda de heavy metal do planeta. Foi mais ou menos uma hora a apresentação dos precursores paraenses. Músicas como Mate o Réu e Coração de Metal embalaram a galera que lotava o Cidade Folia. O Stress finalizou a sua memorável apresentação por volta das 20:10. Agora era só esperar para ver finalmente a maior banda de Heavy Metal da atualidade.

Stress, banda pioneira do metal brazuca que abriu o show do Iron Maiden

A espera ia se tornando uma verdadeira via crúcis, e o tempo ia paulatinamente aumentando a expectativa, a paciência estava prestes a esgotar, 50 minutos se tornaram 50 longos anos, mas faltava pouco, logo estaríamos apreciando a magia que aqueles seis gringos carregavam em seus instrumentos.

Depois de várias músicas tocadas no playback, ouço Doctor Doctor do UFO, eu sabia era essa a deixa o maior espetáculo que Belém já viu ia começar. As luzes se apagaram, no telão imagens desconexas, embaralhadas enfeitiçavam a multidão. O show havia começado de repente eis que eles surgem fazendo o público gritar em frisson. O povo delirava em puro êxtase, foi um misto de sonho e loucura, mas foi sensacional.

Meus amigos e eu no show do Maiden.

O primeiro riff, a primeira batida, a primeira nota vocal, tudo era mágico, de outro mundo, nem dava para imaginar que Bruce Dickinson, Dave Murray, Adrian Smith, Janick Gers, Steve Harris e Nicko McBrain estavam ali bem diante (não tão diante assim) dos meus olhos.

Enquanto a primeira música era entoada pelo Maiden, demorou a cair à ficha, eu estava mesmo vendo aqueles caras que durante muito tempo, junto com o Metallica, fomentaram o meu sonho de ter uma banda de Rock. Após a épica entrada foi a vez de todo mundo se entorpecer ao som de Fear Of The Dark. Não sei bem a ordem do set list, mas isso importa? Só sei que os maiores clássicos foram tocados: The Trooper, The Numbre Of The Beast, Running Free, Blood Brothers e etc.

Após o término do espetáculo, eles se despediram jogaram coisas para o público e foram embora. E assim acabou um dos momentos mais especiais da história do rock da cidade das mangueiras e da minha vida também.

O show acabou cedo, por volta das 23 horas. A multidão se retirou em estado de êxtase, todos com semblantes de deslumbramento. Um momento na vida de cada um que eu tenho certeza que não irá se apagar. Se em uma palavra eu puder descrever a experiência posso dizer que foi transcendental.

Eu só espero que os organizadores tenham notado o sucesso que foi o evento e tragam outras grandes bandas para cá. Mas agora se eu for, vou de front stage.

Valeu Donzela de Ferro!


Imagem do topo foi retirado do blog Centro de Memória da Amazônia

Brinquedos Que Marcaram a Infância de Muita Gente.

Um dia desses navegando por blogs, vi um post sobre brinquedos que marcaram a infância de muita gente: Pesca Peixe, Pogobol, Super Massa, Tazo, Tamagotchi entre outros. Brinquedos que ficaram na mente das pessoas por muitas décadas com certeza. Mas de maneira mais marcante lembro-me dos brinquedos artesanais, daqueles que parte da diversão estava também na construção deles. Por mais que estes exemplares não tivessem os mesmos recursos tecnológicos como os videogames dos dias atuais, ERAM tão divertidos quanto, ou até mais!

Na minha infância eu lembro que não havia nada melhor do que chamar os amigos para empinar pipa ou uma partida peteca (bolinha de gude). Talvez isso que esteja faltando para as crianças de hoje, construir com as próprias mãos os seus brinquedos e sair (nem que seja por uns minutos) da frente dos videogames.
Vejam alguns brinquedos artesanais que fizeram parte da infância de muita gente:
Fura-Fura

Fura

Por falta de uma imagem melhor coloquei essa porcaria aí.

Talvez muita gente não conheça esse brinquedo/jogo. A brincadeira consiste em arremessar o brinquedo no chão e fazer com que o mesmo perfure a terra, a cada furo uma linha liga um furo ao outro, cada jogador possui um círculo e vence quem cercar o círculo do outro.
Pipa/Papagaio/Rabiola


Eu não sei como é em outros estados do Brasil, mas aqui no Pará pipa e papagaio não é a mesma coisa (pelo menos no meu bairro). A pipa possui apenas duas talas (varetas) e uma forma de losango, possui rabo comprido feito de sacos plásticos e tem mais agilidade no ar; O papagaio tem três talas, sua forma parece o escudo do São Paulo Futebol Clube, possui rabo feito de pano e pega muita força com o vento; e a Rabiola é semelhante ao papagaio, mas é mais comprida e se rabo também é feito de plático.
As pipas nasceram em aproximadamente 1220 aos a.C. e continuam divertindo crianças e adultos até hoje.
Pião


O brinquedo simples feito geralmente de madeira ou plástico afunilado com ponta de ferro. A brincadeira consiste em puxar uma corda enrolada ao objeto colocando-o em rotação no solo, mantendo-se erguido.
Há estudos que dizem que tal brinquedo possui mais de 6000 anos.
Estilingue (Baladeira)


O estilingue, também conhecido como baladeira, sempre foi um brinquedo muito polêmico, pois é uma verdadeira arma de baixo poder (mas não deixa de ser uma arma). Na maioria das vezes usado para caçar passarinhos e outros pequenos animais. O brinquedo consiste em um galho em forma de Y, uma liga elástica de borracha e um pedaço de couro onde o projétil é posto. Me lembro de ter quebrado muita vidraça com este brinquedo.
Carrinho de Rolimã


Geralmente construído de madeira e rolamentos de aço, feito por crianças para a disputa de corridas ladeira abaixo. É constituído de um corpo de madeira com um eixo móvel na frente, utilizado para controlar o carrinho enquanto este desce pela rua.

Existe uma diversidade muito grande de brinquedos que são feitos pelas próprias mãos das crianças: Origamis, bonecas de pano, soldadinhos de madeira e etc. Brinquedos que desenvolvem a inventividade, criatividade e outras funções. Incentive o seu filho a produzir seus brinquedos, além de ser ótimo para o desenvolvimento dele  você ainda economiza uma grana.

Clássicos Nunca Morrem: Tetris

Tetris

De repente uma figura formada por quatro quadrados aparece do nada e você tem que arranjar um jeito de encaixá-las para pontuar, a cada novo encaixe perfeito uma linha horizontal desaparece. Jogo chato esse, alguns devem estar falando, mas apesar de simplório, esse jogo fez um arrasador sucesso e conquistou milhares de fãs no mundo todo. Tetris é um dos jogos de maior vendagem de todos os tempos e um dos mais populares também. Para se ter uma idéia, o game já vendeu mais de 125 milhões de cópias para 30 plataformas diferentes, desde seu nascimento.

O jogo game foi desenvolvido em 1984 pelos engenheiros de informática Alexey Pajitnov e  Dmitry Pavlovsky e pelo aluno de 16 anos Vadim Gerasimov. Apesar de terem desenvolvido o jogo, eles não ganharam um centavo com o invento, pois ele foi desenvolvido quando a Rússia ainda era URSS e qualquer obra produzida no bloco socialista era automaticamente de domínio público.

Mas como um game tão simples alcançou tanta popularidade? Para Pajitnov a resposta é simples: “O jogo tem um tipo de espírito criativo ao invés da destruição que você encontra em jogos de tiro e na maioria dos outros títulos. Nele você cria algo”, diz Pajitnov. “Você pega o caos das peças caindo aleatoriamente e as coloca juntas em um tipo de ordem. Isso dá às pessoas um ótimo sentimento”. Não dá pra saber ao certo o motivo de tanta notoriedade, mas é fato que o jogo é ainda hoje um dos mais divertidos e viciantes que existem.

O jogo já tem mais de 25 anos, mas continua atual e divertido, é como eu disse: Clássicos nunca morrem!



Nostalgia: Programa do Hugo

Essa seção do blog é para falar um pouco das coisas que marcaram a minha infância. Situações, atos, comportamento, programas, músicas, enfim tudo aquilo que marcou o tempo quando as minhas traquinagens eram perdoadas (nem sempre). São lembranças que eu quero dividir com vocês.

E para começar essa seção vou falar de um ícone da TV nos anos 90, O Programa do Hugo. Quem nunca ligou para tentar jogar os joguinhos do programa e ganhar os brindes do troll. Muitos tentaram, mas foram poucos os que conseguiram completar a ligação e jogar as aventuras de Hugo.

Os objetivos eram fáceis, o que me deixava com muita raiva ao ver um moleque burro se dar mal. Outra coisa que me irritava era o apresentador dando as instruções o tempo todo, como se todo mundo fosse um completo idiota.

Se você passasse das fases se habilitava para lutar com a bruxa malvada (como se fosse o último chefe).

Outra parte marcante do Programa era as rimas super ridículas que o Hugo fazia, tais como “Não tem chororô. Esse jogo acabou” ou “Não dê moleza que voar é uma beleza”.

Mas apesar de toda a bizarrice (tem pessoas que o associam a figura demoníaca) era um bom programa pra você perder o tempo na frente da TV.

Veja agora um pouco do saudoso programa do Hugo: