Memes na publicidade.

O termo Meme foi cunhado Richard Dawkins, que em seu livro O Gene Egoísta o define como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou em suportes onde a informação é armazenada, como livros, CDs, DVDs e etc. Os memes de Internet possuem o mesmo princípio, tendo em vista a sua capacidade de multiplicação na rede, ou seja, o fundamento de um meme é viralidade. Um meme de Internet é uma informação que se propaga na rede através das redes sociais, sites de notícia, blogs, emails, entre outros serviços web. Geralmente são associados às tirinhas, porém o termo memes serve para designar vários formatos, tais como hiperinks, frases, imagens, hashtags (#), vídeos, websites e etc.

Um meme de Internet pode evoluir e se transformar, ou seja, pode ser reutilizado por qualquer pessoa para expressar uma situação ou sentimento. Geralmente se espalham rapidamente pela rede de forma viral, ou seja, voluntariamente de pessoa para pessoa. Alguns ficam conhecidos mundialmente, enquanto outros são restritos à uma área restrita, uns possuem um ciclo longo enquanto outros somem rapidamente.

Por se tratar de uma ferramenta de baixo custo, porém muitas vezes eficiente, a publicidade já vem se apropriando do uso dos memes. No Facebook ou em outras redes sociais já vemos vários memes com fins publicitários, isso ilustra bem as novas tendências da publicidade, progressivamente mais interativa. Porém, assim como as outras ferramentas de comunicação, as propagandas que utilizam memes devem ser criadas levando em consideração as características da ferramenta. Muitas vezes o uso de memes na publicidade parece muito forçado (como no caso das propagadas que usaram a imagem da Luisa do Canadá depois do bum do vídeo) e causa indiferença no público, ao contrário de atraí-lo.

Abaixo um vídeo feito pelo banco Itaú usando um vídeo que virou meme e foi sucesso mundial.

Muitas vezes o inverso também acontece, ou seja, peças publicitárias que se transformam em memes. Além do já batido Luisa Que Está no Canadá, também temos como exemplo os Pôneis Malditos da Nissan e Eduardo e Mônica da Vivo.

A lição que podemos ter nestes tempos de memes e conteúdo viral,  é que o usuário não é mais meramente figura passiva, mas sim um elemento ativo no processo de comunicação. E seduzir o usuário com uma ideia original ou engraçada pode ser uma ótima maneira de estabelecer uma conversa que traga louros para as marcas e empresas. Apesar de uma nova forma de propagar uma informação, os memes são bem promissores.

Abaixo alguns exemplos de Memes na publicidade.

Peça feita para um produto do próprio Facebook (clique para ampliar)

A Uvaia utiliza muito de memes na sua comunicação. (clique para ampliar)

clique para ampliar

Os memes invadindo outras mídia (clique para ampliar)

Esse foi um dos primeiros anúncios a utilizar memes.

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Advergames: Jogando com marcas.

Advergame é uma das mais fantásticas e eficazes ferramentas publicitárias que encontramos no contexto atual. Seu nome deriva da fusão de advertising (publicidade) e game (jogo), tendo a função básica de expor o usuário à marca de uma determinada empresa, instituição ou indivíduo dentro do jogo ou fazer com que o mesmo jogue com a marca, criando assim interação.

Esse tipo de ferramenta ganhou grandes proporções com a popularização da Internet e com a aplicação em dispositivos mobiles (smartphones e tablets), porém já é uma prática um pouco antiga. O primeiro Advergame eletrônico que se tem notícia chama-se Pepsi Invaders, e foi criado em 1983 para Atari a pedido da Coca-cola. O jogo era um clone do clássico Space Invaders, onde no lugar de naves alienígenas haviam logos da Pepsi que deviam ser destruídos.

Apesar de serem associados com jogos eletrônicos, os Advergames são mais comuns do que pensamos. Sabe aqueles joguinhos que vinham atrás da caixa de cereal ou das latas de achocolatado? Pois é, eram Advergames. E aquelas caças ao tesouro promovidas por uma marca qualquer? Também Advergames. Veja só como já estamos familiarizados com a ferramenta e nem percebemos.

Hoje os Advergames movimentam milhões, talvez bilhões como veremos a seguir, por se tratar de uma ferramenta que mais agrega valores as marcas, e claro, traz retorno financeiro. E com o bum da Internet e do uso de aparelhos móveis no Brasil e no mundo, o cenário está ficando gradativamente mais propício para o uso de tal estratégia.

Segundo a consultoria eMarketer, os anúncio dentro dos games devem movimentar US$ 650 milhões em 2012. Uma prévia conservadora, outras consultorias apostam em US$ 1,8 BI.

No Brasil já há cerca de oito aparelhos celulares para cada 10 pessoas, e os números não param de crescer. O uso da rede também é alto, somos cerca de 50 milhões de internautas e um dos países com maior média de tempo gasto com acesso a Internet no mundo. Claro que tais dados não mostram efetivamente o uso do instrumento, mas nos mostra uma situação favorável para a sua aplicação.

Mas para que serve um Advergame?

  • Trazer mais visitas e aumentar o tempo de permanência dos consumidores no site;
  • Gerar cadastro e mailing;
  • Coletar dados estatísticos;
  • Testar a reação do público a um determinado produto ou serviço;
  • Gerar buzz e Marketing Viral;
  • Aumentar o reconhecimento da marca;
  • Mensurar resultados;
  • Aumentar as vendas.

Onde encontramos?

  • Internet: Sites das empresas, redes sociais, sites promocionais, dowloads;
  • Aplicativos para PCs, notebooks, smartphones e tablets;
  • Consoles;
  • Eventos;
  • Embalagens, cartas, tabuleiros e etc.

Quem joga?

  • Segundo a consultoria Nielsen/Netratings 30,5% dos jogadores tem entre 35 a 49 anos;
  • 16,6% entre 25 e 34 anos;
  • E 14,3% entre 12 e 17 anos;
  • 41% de jogadores de sites de jogos são mulheres;
  • 70% das pessoas que jogam em sites são jogadores casuais, destes 57 são mulheres e 43 são homens;

Efeitos?

Pesquisa Blockdot/ Kewlbox.com

A pesquisa feita com mil usuários mostra que 83% dos entrevistados pensam positivamente nas empresas que disponibilizam jogos. 73% dizem que estão mais propensos a comprar a comprar os produtos dessas empresas.

  • A exposição de uma marca ou produto em um advergame é de cinco a trinta minutos, tempo muito maior do que a mídia televisiva ou impressa;
  • A familiaridade com a marca cresceu 64%
  • A avaliação da marca aumentou 37%
  • O desejo de compra aumentou 41%
  • A lembrança do anúncio aumentou 41%
  • A avaliação do anúncio cresceu 37%
  • Uma pesquisa com a demonstrou que as pessoas lembram apenas 10% do que leem,  50% daquilo que veem ou ouvem e até 90% daquilo que interagem.
  • Os Advergames estão na chamada área positiva de percepção de mídia e perdem apenas para os eventos e comerciais de TV 30 segundos.

Tipos de Advergames

In – Game Advertising: É quando se pratica a mesma propaganda do mundo real no jogo. São outdoors, cartazes, spot de rádio, placas de patrocínios, enfim, todas as peças publicitárias que fazem parte do nosso dia-a-dia, porém no contexto do jogo. Exemplo disso são as caixas de pizza da Pizza Hut no jogo das Tartarugas Ninjas.

Product Placente: É usar os jogos como meio de interagir com o consumidor e gerar uma experimentação do produto dentro do contexto do jogo. Esse tipo de advergame é usado na forma de patrocínio, onde os desenvolvedores do jogo procuram os anunciantes antes da finalização do jogo. Temos o exemplo do Worms 3D da Sega, onde o bichinho tomava Red Bull e ficava cheio de energia.

Serious Game: como o nome já diz trata-se de um jogo sério, muito usado para fixar ideias ou campanhas de conscientização e reeducação.

Alternate Reality Game (ARG): é um tipo de jogo eletrônico que combina as situações de jogo com a realidade, recorrendo às mídias do mundo real, de modo a fornecer aos jogadores uma experiência interativa.

Os ARGs são caracterizados por envolver os jogadores nas histórias, encorajando-os a explorar a narrativa, a resolver os desafios e a interagir com as personagens do jogo. Este tipo de jogos desenvolve-se a partir de sites, emais, telefonemas, entre outros meios de comunicação comuns.

Os ARGs estão popularizando-se e consequentemente a crescer em número. Geralmente, os jogos são gratuitos, sendo as despesas absorvidas pela venda de produtos licenciados (como os puzzles de Perplex City) ou pela promoção de um produto já existente (o I Love Bess promove o jogo de vídeo Halo 2).

Em suma, podemos dizer que os Advergames são uma ótima ferramenta de Marketing, pois geram associação positiva com a marca, marketing viral e também, quando bem trabalhados, auxiliam no impulso de vendas. Pode ser que hoje ainda encontrem barreiras para uma exploração maior, porém com a rápida ascensão das classes menores à Internet e a dispositivos móveis, não tardará para que seja uma prática constante o uso desta formidável ferramenta.

No próximo post veremos alguns cases de sucesso no uso de tal ferramenta.

Fontes: Wikipédia, Slideshared

Genial!!! Enganando a gringalhada de Cannes.

Vocês devem estar se perguntando o motivo do título do post: O que é tão genial que merece um título deste? Eu irei explicar. Para promover o festival EL OJO (Festival argentino de publicidade) a agência Santa Clara criou um filme fake e inscreveu-o no famoso Festival de Publicidade de Cannes. O que parece ser um comercial mequetrefe de cerveja é na verdade uma puta sacada. Com legendas fakes em inglês, os caras enganaram o pessoal que faz a seleção, fazendo-os acreditar que se tratava de um filme inscrito para o festival.

Veiculado no longlist, logo virou sensação entre os participantes do festival.

Agora deixemos de papo e vejam o vídeo na integra:

Genial ou não?

Vídeo Encontrado aqui

Garotos-propaganda

Uma das primeiras garotas-propaganda.

As garotas-propaganda são uma forma de publicidade que nasceu ainda nos primórdios da TV, quando esta ainda era perto-e-branco, e ao invés de anúncios, as mensagens publicitárias eram chamadas de reclame, pois apareciam no meio da programação e as pessoas reclamavam disso. No começo não havia VT, tudo era ao vivo e os anúncios eram feitos por mulheres (quase não havia homens fazendo essa função) que explicavam os benefícios de determinado produto, elas ficaram conhecidas como garotas da propaganda ou garotas-propaganda.

Garoto Bombril o maior expoente de garotos-propagandas do Brasil.

Anos depois, o marketing viu o potencial desse tipo de comunicação, e também que as características dessa personagem poderia ser moldada para se adequar melhor a imagem do produto, um dos exemplos mais visíveis disso é o Garoto Bombril, que a mais de trinta anos ilustra os comercias da Bombril. De maneira planejada tal personagem vira a “face” do anunciante, carregando o espírito da empresa e transformando-se íntimo ao público.

Esses personagens facilitam a comunicação e economizam a verba do cliente com propaganda, pois já são conhecidos do telespectador, dispensando apresentações e poupa explicações, por tanto, poupa investimentos. Como a sua tendência é ser simpática isso encurta distâncias entre o anunciante e o público, criando uma espécie de relação íntima, a ponto de criar um vinculo forte entre marca e indivíduo.

No Brasil foram inúmeros os garotos e garotas-propagandas: Quem não se lembra do Garoto Bombril, do garoto Bamerindus, os DDDs da Embratel, Sebastian da C&A, entre tantos outros. Alguns são tão fortes que fazem até parte da cultura popular, e isso é inestimável para uma marca.

A seguir um vídeo onde a Folha exibiu os maiores garotos-propaganda da época, muito interessante vê-los juntos no mesmo comercial.

Jesus, o Garoto-Propaganda

Todo mundo sabe que não é de hoje que se usa o nome do messias para faturar uma grana, e não estou falando dessas igrejas por aí que pede o seu salário por um lugar no céu. O próprio Natal foi inventado com esse fim: o de faturar, aquecer o comércio, pois não há nenhum registro fazendo referência do nascimento de Cristo nesta época. E claro que empresas e homens de marketing do mundo todo não poderiam abrir mão do maior de todos os garotos-propaganda: Jesus.

Ele ilustra camisetas, livros e campanhas natalinas. É o modelo ideal para agregar valor a qualquer produto, certo?

Abaixo alguns casos do uso da imagem do filho do Todo Poderoso para anúncios publicitários, alguns bons, outros ruins, mas fica ao seu critério avaliar.

Jesus ama os atores pornôs – XXXChurch.com, “Jesus Loves Porn Stars”.


Antes que um cristão enfurecido comece a disparar termos não pronunciáveis vou explicar. Esse é o título de uma campanha (muito mal sucedida) da XXXChurch.com, um site cristão anti-pornografia. Com o intuito de fazer as pessoas envolvidas nessa indústria refletirem sobre a sua postura o site lançou essa campanha. O estrago só não foi maior porque a American Bible Society negou o pedido de encomendar 10.000 bíblias com a imagem acima na capa para distribuir em eventos da indústria de cinema pornô.

Jesus malucão - Plug TV, Bélgica.


Essa espécie de MTV belga lançou o comercial acima exibido. O filme mostra Jesus como se fosse um jovem baladeiro e irresponsável. Preciso dizer que tal comercial não repercutiu bem no país?

Jesus veste jeans – Jesus Jeans

Parece que não bastava ele morrer na cruz e ressuscitar no 3º dia, ele também tinha que emprestar o seu nome para uma marca de jeans italiana. Os anúncios sempre bem provocativos  pareciam desdenhar o 7º mandamento.

Ouro, incenso, mirra? Eu quero é um IPAD! - Lojas Betta Electrical, “Dê um presente melhor”


No anúncio acima vemos o menino Jesus ainda na manjedoura jogando os presentes dados pelos reis magos fora, parece que ele não ganhou uma Caloi (nova essa).

Nem só de pão vive o homem – Expo cristã.


Preciso dizer alguma coisa?

Jesus toma Red Bull, pra quê? – Red Bull.


Esse anúncio da Red Bull mostra um 4º rei mago trazendo as latinhas da bebida. Parece que não colou muito, afinal pra quê o filho do Todo Poderoso vai querer asas se ele é herdeiro do universo?

O objetivo desse post não é ridicularizar a imagem de Jesus e nem julgar os produtores de tais anúncios. Só quero mostrar como a imagem de um ícone tão poderoso é utilizada mundo a fora, causando polêmica e repercussão.

Network, valorize o seu Q.I


Nos dias atuais onde a concorrência se tornou absurdamente acirrada, o Q.I é cada vez mais valorizado. Não estou falando do Quociente de inteligência, mas sim do Quem Indique: O chamado network. O network é uma espécie de parceria onde os membros desse circulo trocam informações, contatos profissionais, aprendizados e etc. Esse tipo de relacionamento tem por objetivo a ajuda mútua entres os indivíduos ocasionando indicações para empregos, oportunidades de negócio, informações importantes, obtenção de promoções e etc.
O negócio é tão sério que já existem agências especializadas na construção de network, onde elas organizam eventos aonde pessoas vão para ampliar a sua rede de relacionamento. Um exemplo disso é a Table for Six de são Paulo.
Mas para ter um bom networking é preciso ter alguns cuidados:

  • Seja sincero nas suas relações, um bom networking começa com sinceridade, não se aproxime das pessoas meramente por interesses. Aprenda a respeitar opiniões diversas e ser mais legal com as pessoas. Trate a todos com respeito e igualdade, (sem esquecer-se da hierarquia é claro) todos são iguais desde o flanelinha da rua ao grande executivo de uma multinacional.
  • Se você não faz parte de uma boa rede, crie uma. Reúna pessoas com interesses em comum, e tome a frente, espírito de liderança conta muito nesse tipo de coisa.
  • Seja prestativo, esteja sempre disposto a ajudar os membros do seu networking e sempre que possível retribua favores.
  • Participe de palestras, feiras, workshops e eventos relacionados com a sua área de atuação, pois ali estarão pessoas que podem ser fundamentais em seus planos.
  • Seja membro de associações, grupos de discussão, comitês e entidades, isso gera muitos contatos.
  • Faça contato com pessoas de áreas relacionadas com o setor que você atua.
  • Mantenha-se conectado com as pessoas de seu networking através de redes sociais (Orkut, twitter, facebook,my space).
  • Mantenha as pessoas do seu networking sempre a par do que você está fazendo (uma boa dica é um blog).
  • Procure sempre manter contato com as pessoas do seu circulo: “E aí amigo to te telefonando pra saber como você está”. Esse tipo de coisa.
  • Importantíssimo: Lembre-se sempre do nome das pessoas e da data dos seus aniversários.

Essas dicas são apenas uma orientação, mas você que deve escolher a maneira mais adequada de empregá-las à sua realidade, nem todas são adaptadas ao seu perfil profissional. Porém, por mais que algumas não se adéquem ao seu perfil, todas devem ser analisadas minuciosamente.
Esse tipo de promoção pessoal pode ser fundamental na sua carreira, por tanto, dê valor as pessoas com que você se relaciona.

Artigo criado por mim para o blog GALOFONE

Papai Noel foi inventado pela Coca-Cola.Mito ou Realidade?

Papai Noel bebe Coca-cola

Há muito tempo que já ouço essa história de que o Papai Noel foi inventado pela maior empresa de refrigerantes do mundo: A Coca-Cola Company. E que toda aquela história de duendes, renas, trenó, casa no Pólo Norte e chaminés era tudo uma jogada de marketing. E, diga-se de passagem, que GENIAL jogada de marketing. Mas vamos aos fatos.

Na verdade a história do bom velhinho é inspirada em São Nicolau, que foi arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Esse cara aí tinha o costume de dar presentes e de ajudar os mais necessitados, e em sua homenagem, criou-se o costume de distribuir presentes no mês de dezembro, o mês do seu aniversário.

Ta! E onde entra a Coca-Cola nisso? Até a década de 30 o Noel tinha várias formas de ser representado: Duende, elfo, gnomo, entre outras. E não havia nenhuma semelhança com o velhinho sorridente e rechonchudo dos dias atuais. Mas em 1931, com uma bela jogada de marketing, na tentativa de promover o consumo da bebida no inverno (período em que as vendas da bebida eram baixas na época), a Coca-Cola fez uma campanha que fez um enorme sucesso. A empresa contratou Haddon Sundblon para recriar o Papai Noel, dando-lhe uma feição mais humana. Haddon se inspirou na versão criada por Thomas Nast (famoso cartunista alemão, considerado um dos pais da charge política americana). E o aspecto genial da campanha foi de empregar as cores da marca na roupa da personagem. Por que vocês ainda não haviam notado? Isso não foi mera coincidência, foi uma grande estratégia.

A imagem do “novo” Papai Noel se espalhou rapidamente pelo mundo devido à força da marca, e isso ocasionou em uma padronização da imagem da personagem.

E os outros aspectos da vida do bom velhinho foram tirados de várias referências: O trenó e as renas são, provavelmente, contribuição escandinava. O cachimbo e a chaminé, idéias holandesas. A casa no Pólo Norte norte-americana. Agora, o que ninguém consegue explicar é de onde vieram os duendes que ajudam o Papai Noel.

Enfim, podemos dizer que a Coca-Cola foi a grande responsável por colocar no consciente das pessoas a tão famosa imagem do bom velhinho.

Tinha que ser coisa de Coca-Cola mesmo!

Feliz Natal. hohohoooooo