Tumblrs Legais

O Tumblr é uma plataforma de blog gratuita como o Blogger e o WordPress. Porém, seu uso pelos usuários é mais restrito, na maioria das vezes com postagens curtas. É como se o Tumblr fosse uma categoria intermediária entre o blog e o Twitter, pois também possui recursos semelhantes à ferramenta de microblog como reblogar (semelhante ao RT do Twitter) e a função “seguir”.

Por essas características vemos a quantidade de Tumbrs abordando assuntos bem específicos. Como os que serão mostrados logo abaixo:

Piores Briefings do Mundo: Este é mais um desabafo dos profissionais de propaganda (principalmente os de criação) que tem que decodificar um Briefing (documento com informações que norteiam a criação e elaboração de campanhas e/ou peças publicitárias).  Quem trabalha na área sabe o quanto é complicado trabalhar  a partir de um Briefing difícil, pior ainda é quando este documento não tem pé nem cabeça.

pioresbriefing.tumblr.com

Slogans Sinceros: Já pensou se as marcas decidissem falar toda a verdade sobre os seus produtos. Se seus slognas fossem tão sinceros a ponto de mostrar até as suas falhas? Ia ser uma boa né?!(ou não). Com toda essa sinceridade você compraria estes protutos/serviços? Este Tumblr é garantia de boas risadas.

sloganssinceros.tumblr.com

Fuck Yeah, Publiciotário: Lamentações e revoltas dos profissionais da área. Rotinas na agência, pouca valorização dos profissionais da área, longas horas de jornada, finais de semana jogados fora e uma série de outras lamentações, abordadas de uma maneira interessante.

fuckyeahpubliciotarios.tumblr.com

Estes posts são de assuntos específicos à um público (profissionais de publicidade ou marketing). Mas se você conhece outro tumblr digno de nota, compartilhe conosco.

Ah, um outro Tumblr digno de nota é o meu(rsrsrs). Na verdade o meu é um portfólio virtual. Então acesse e veja o que rola na minha cabeça. willyrenan.tumblr.com

Advergames: Jogando com marcas.

Advergame é uma das mais fantásticas e eficazes ferramentas publicitárias que encontramos no contexto atual. Seu nome deriva da fusão de advertising (publicidade) e game (jogo), tendo a função básica de expor o usuário à marca de uma determinada empresa, instituição ou indivíduo dentro do jogo ou fazer com que o mesmo jogue com a marca, criando assim interação.

Esse tipo de ferramenta ganhou grandes proporções com a popularização da Internet e com a aplicação em dispositivos mobiles (smartphones e tablets), porém já é uma prática um pouco antiga. O primeiro Advergame eletrônico que se tem notícia chama-se Pepsi Invaders, e foi criado em 1983 para Atari a pedido da Coca-cola. O jogo era um clone do clássico Space Invaders, onde no lugar de naves alienígenas haviam logos da Pepsi que deviam ser destruídos.

Apesar de serem associados com jogos eletrônicos, os Advergames são mais comuns do que pensamos. Sabe aqueles joguinhos que vinham atrás da caixa de cereal ou das latas de achocolatado? Pois é, eram Advergames. E aquelas caças ao tesouro promovidas por uma marca qualquer? Também Advergames. Veja só como já estamos familiarizados com a ferramenta e nem percebemos.

Hoje os Advergames movimentam milhões, talvez bilhões como veremos a seguir, por se tratar de uma ferramenta que mais agrega valores as marcas, e claro, traz retorno financeiro. E com o bum da Internet e do uso de aparelhos móveis no Brasil e no mundo, o cenário está ficando gradativamente mais propício para o uso de tal estratégia.

Segundo a consultoria eMarketer, os anúncio dentro dos games devem movimentar US$ 650 milhões em 2012. Uma prévia conservadora, outras consultorias apostam em US$ 1,8 BI.

No Brasil já há cerca de oito aparelhos celulares para cada 10 pessoas, e os números não param de crescer. O uso da rede também é alto, somos cerca de 50 milhões de internautas e um dos países com maior média de tempo gasto com acesso a Internet no mundo. Claro que tais dados não mostram efetivamente o uso do instrumento, mas nos mostra uma situação favorável para a sua aplicação.

Mas para que serve um Advergame?

  • Trazer mais visitas e aumentar o tempo de permanência dos consumidores no site;
  • Gerar cadastro e mailing;
  • Coletar dados estatísticos;
  • Testar a reação do público a um determinado produto ou serviço;
  • Gerar buzz e Marketing Viral;
  • Aumentar o reconhecimento da marca;
  • Mensurar resultados;
  • Aumentar as vendas.

Onde encontramos?

  • Internet: Sites das empresas, redes sociais, sites promocionais, dowloads;
  • Aplicativos para PCs, notebooks, smartphones e tablets;
  • Consoles;
  • Eventos;
  • Embalagens, cartas, tabuleiros e etc.

Quem joga?

  • Segundo a consultoria Nielsen/Netratings 30,5% dos jogadores tem entre 35 a 49 anos;
  • 16,6% entre 25 e 34 anos;
  • E 14,3% entre 12 e 17 anos;
  • 41% de jogadores de sites de jogos são mulheres;
  • 70% das pessoas que jogam em sites são jogadores casuais, destes 57 são mulheres e 43 são homens;

Efeitos?

Pesquisa Blockdot/ Kewlbox.com

A pesquisa feita com mil usuários mostra que 83% dos entrevistados pensam positivamente nas empresas que disponibilizam jogos. 73% dizem que estão mais propensos a comprar a comprar os produtos dessas empresas.

  • A exposição de uma marca ou produto em um advergame é de cinco a trinta minutos, tempo muito maior do que a mídia televisiva ou impressa;
  • A familiaridade com a marca cresceu 64%
  • A avaliação da marca aumentou 37%
  • O desejo de compra aumentou 41%
  • A lembrança do anúncio aumentou 41%
  • A avaliação do anúncio cresceu 37%
  • Uma pesquisa com a demonstrou que as pessoas lembram apenas 10% do que leem,  50% daquilo que veem ou ouvem e até 90% daquilo que interagem.
  • Os Advergames estão na chamada área positiva de percepção de mídia e perdem apenas para os eventos e comerciais de TV 30 segundos.

Tipos de Advergames

In – Game Advertising: É quando se pratica a mesma propaganda do mundo real no jogo. São outdoors, cartazes, spot de rádio, placas de patrocínios, enfim, todas as peças publicitárias que fazem parte do nosso dia-a-dia, porém no contexto do jogo. Exemplo disso são as caixas de pizza da Pizza Hut no jogo das Tartarugas Ninjas.

Product Placente: É usar os jogos como meio de interagir com o consumidor e gerar uma experimentação do produto dentro do contexto do jogo. Esse tipo de advergame é usado na forma de patrocínio, onde os desenvolvedores do jogo procuram os anunciantes antes da finalização do jogo. Temos o exemplo do Worms 3D da Sega, onde o bichinho tomava Red Bull e ficava cheio de energia.

Serious Game: como o nome já diz trata-se de um jogo sério, muito usado para fixar ideias ou campanhas de conscientização e reeducação.

Alternate Reality Game (ARG): é um tipo de jogo eletrônico que combina as situações de jogo com a realidade, recorrendo às mídias do mundo real, de modo a fornecer aos jogadores uma experiência interativa.

Os ARGs são caracterizados por envolver os jogadores nas histórias, encorajando-os a explorar a narrativa, a resolver os desafios e a interagir com as personagens do jogo. Este tipo de jogos desenvolve-se a partir de sites, emais, telefonemas, entre outros meios de comunicação comuns.

Os ARGs estão popularizando-se e consequentemente a crescer em número. Geralmente, os jogos são gratuitos, sendo as despesas absorvidas pela venda de produtos licenciados (como os puzzles de Perplex City) ou pela promoção de um produto já existente (o I Love Bess promove o jogo de vídeo Halo 2).

Em suma, podemos dizer que os Advergames são uma ótima ferramenta de Marketing, pois geram associação positiva com a marca, marketing viral e também, quando bem trabalhados, auxiliam no impulso de vendas. Pode ser que hoje ainda encontrem barreiras para uma exploração maior, porém com a rápida ascensão das classes menores à Internet e a dispositivos móveis, não tardará para que seja uma prática constante o uso desta formidável ferramenta.

No próximo post veremos alguns cases de sucesso no uso de tal ferramenta.

Fontes: Wikipédia, Slideshared

Propagandas Idiotas. Idiotas mesmo.

A publicidade não tem o único objetivo de vender. Ela serve também para informar, discutir temas polêmicos, chamar a sua atenção, estimular a reflexão e chocar, mas em nenhum momento ela deve ser preconceituosa. Mas em tempo idos a publicidade já teve os seus momentos de preconceito e de alusão à práticas sociais indecentes. Quando ainda não havia um sentimento igualitário e nem a opinião pública era tão atuante, anúncios alusivos corriam soltos. Hoje tais propagandas seriam consideradas crimes! Ainda bem que esse tipo de comunicação é coisa do passado. Seria até cômico se não fosse trágico!

 

E o quê que tem o seu filho for um alcoólatra? Quanto mais cedo pior.

Viva o lado Coca-Cola de infância.

Se o meu médico fuma, por que eu não posso fumar?

Minha namorada ia amar esse anúncio.rrsrs

Nada como uma garota estirada na sua sala.


Tradução: Porque a inocência é mais sexy do que você imagina. Tem cabimento uma coisa dessas?

Só um pouco machista. Tirando a submissão e o preconceito...o resto dá pra levar.

Tradução: Por que a tua mãe não te lava com sabão Fairy?

O que temos que entender é que a propaganda é um espelho da sociedade da época, tais anúncios eram assim, pois faziam parte de uma sociedade preconceituosa e onde tais afirmações não era considerados crimes. Mas felizmente esse tipo de coisa hoje além de não cair bem aos olhos dos cidadãos, também é punida por lei.

Uma Nova Esperança.

Alguns de vocês devem saber o que é o Super Bowl, se não sabem eu vou explicar. O Super Bowl é a final do campeonato de futebol americano, sendo o maior evento esportivo e com a maior audiência televisiva do país, transmitida para os EUA e para o mundo. Com essa magnitude é de se esperar que tal evento traga grandes anunciantes que pagam verdadeiras fortunas para terem suas marcas expostas. O intervalo do jogo é o espaço publicitário mais caro do país e um dos mais caros do mundo, e também um dos mais criativos. E foi nesse cenário que esse ano a Volkswagen, para promover o Passat, veiculou um filme que mostra um pequeno Darth Vader interagindo com o carro da construtora alemã. O comercial é fantástico e vale a pena ser visto.

Tudo bem até aí certo? A Volks criou um comercial memorável, ganhou mídia espontânea e tudo ia bem até que o Greenpeace (que são gênios em matéria de propaganda também) usou a arma do inimigo e deu “uma tapa sem mão” na construtora, pois utilizou o mesmo mote para ataca-la. Segundo a ONG a Volks, está se opondo à redução de gases poluentes na atmosfera, causando assim, a aceleração do processo de aquecimento global.

Confira abaixo a campanha do Greenpeace que possui dois episódios.

E aí o que acharam? Genial né?!

Alguns dos melhores Jingles brasileiros

A música como forma de comunicação é peculiar, pois cria um efeito singular na mente humana, sendo uma das formas mais eficazes de comunicar algo. E os publicitários sabem bem disso, por isso ouvimos os milhares de jingles que existem por aí. De maneira direta ou indireta o seu poder de persuasão é tremendo, sendo um dos recursos mais utilizados pelos anunciantes para atrair a atenção do público.

Mas criar um Jingle de sucesso não é tarefa fácil, pois ele deve possuir alguns elementos para torná-lo cativo na cabeça das pessoas. Um jingle deve possuir uma melodia cativante (isso é o óbvio), uma letra que não vá além de algumas estrofes, refrão simples e deve ser transmitido regularmente nas mídias para obter maior resultado.

A nossa publicidade é uma das melhores do mundo nesse quesito, e por isso listei alguns jingles que fizeram muito sucesso nas suas épocas e com certeza habitam a mente de muita gente até hoje.

Vejam.

Faber Castel

Eu me arrepio ouvindo esse jingle.

Parmalat

Cremogema


Bamerindus


Pirocóptero


Banco Nacional


Guaraná Antarctica – Pipoca


Guaraná Antarctica – Pizza


Lula lá


Sem ser partidário, só mostrando a força de um bom jingle em uma campanha eleitoral.

Honda

 

Jesus, o Garoto-Propaganda

Todo mundo sabe que não é de hoje que se usa o nome do messias para faturar uma grana, e não estou falando dessas igrejas por aí que pede o seu salário por um lugar no céu. O próprio Natal foi inventado com esse fim: o de faturar, aquecer o comércio, pois não há nenhum registro fazendo referência do nascimento de Cristo nesta época. E claro que empresas e homens de marketing do mundo todo não poderiam abrir mão do maior de todos os garotos-propaganda: Jesus.

Ele ilustra camisetas, livros e campanhas natalinas. É o modelo ideal para agregar valor a qualquer produto, certo?

Abaixo alguns casos do uso da imagem do filho do Todo Poderoso para anúncios publicitários, alguns bons, outros ruins, mas fica ao seu critério avaliar.

Jesus ama os atores pornôs – XXXChurch.com, “Jesus Loves Porn Stars”.


Antes que um cristão enfurecido comece a disparar termos não pronunciáveis vou explicar. Esse é o título de uma campanha (muito mal sucedida) da XXXChurch.com, um site cristão anti-pornografia. Com o intuito de fazer as pessoas envolvidas nessa indústria refletirem sobre a sua postura o site lançou essa campanha. O estrago só não foi maior porque a American Bible Society negou o pedido de encomendar 10.000 bíblias com a imagem acima na capa para distribuir em eventos da indústria de cinema pornô.

Jesus malucão - Plug TV, Bélgica.


Essa espécie de MTV belga lançou o comercial acima exibido. O filme mostra Jesus como se fosse um jovem baladeiro e irresponsável. Preciso dizer que tal comercial não repercutiu bem no país?

Jesus veste jeans – Jesus Jeans

Parece que não bastava ele morrer na cruz e ressuscitar no 3º dia, ele também tinha que emprestar o seu nome para uma marca de jeans italiana. Os anúncios sempre bem provocativos  pareciam desdenhar o 7º mandamento.

Ouro, incenso, mirra? Eu quero é um IPAD! - Lojas Betta Electrical, “Dê um presente melhor”


No anúncio acima vemos o menino Jesus ainda na manjedoura jogando os presentes dados pelos reis magos fora, parece que ele não ganhou uma Caloi (nova essa).

Nem só de pão vive o homem – Expo cristã.


Preciso dizer alguma coisa?

Jesus toma Red Bull, pra quê? – Red Bull.


Esse anúncio da Red Bull mostra um 4º rei mago trazendo as latinhas da bebida. Parece que não colou muito, afinal pra quê o filho do Todo Poderoso vai querer asas se ele é herdeiro do universo?

O objetivo desse post não é ridicularizar a imagem de Jesus e nem julgar os produtores de tais anúncios. Só quero mostrar como a imagem de um ícone tão poderoso é utilizada mundo a fora, causando polêmica e repercussão.

Como seria se o sinal de pare fosse inventado hoje?

Muitas vezes o cliente quer ser mais publicitário que o próprio publicitário, e o resultado são esse monte propagandas sem criatividade ou conceito. Para ilustrar isso, postei um vídeo que mostra essa situação: O cliente contrata o publicitário para criar o sinal de pare, ele bem que tenta, mas… Repare na boa vontade do publicitário, mas às vezes não tem jeito, e como quem paga é o cliente, ele que acaba decidindo, mas o resultado vocês vão ver.

Veja essa epopéia de um publicitário contra as exigências malucas de um departamento de Marketing louco.

É pessoal! Quem disse que publicidade é só glamour?

Psicologia das Cores

Você já entrou em uma lanchonete e mesmo sem fome pediu pra comer alguma coisa? Ou mesmo sem querer você acabou prestando atenção naquela embalagem laranja de bebida e acabou levando-a? É meu amigo você foi persuadido pelo poder das cores!

E na publicidade esse recurso é muito utilizado. Basta ver as logomarcas, identidades visuais, ambientações, embalagens, outdoors, enfim, em quase todas as mensagens publicitárias há a chamada psicologia das cores.

Estudos mostram que cada cor passa um tipo de mensagem e cada pessoa é mais receptiva a uma determinada cor do que a outra. Isso ocorre por causa da sua personalidade, desejos íntimos, profundos, inconscientes e até circunstâncias de vida.

Vamos ver agora o que cada cor significa.

VERMELHO: A cor vermelha é quente e significa sentimentos fortes, tais como: paixão, força, energia, amor, liderança, masculinidade; Também é usada para chamar à atenção para detalhes e para despertar a fome.

AMARELO: Assim como a cor vermelha, a cor amarela também chama à atenção e desperta a fome além de representar o conforto, esperança,  verão, calor da luz solar, iluminação, riqueza, euforia.

LARANJA: O laranja possui características comuns ao vermelho e ao amarelo, e também representa energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo.

AZUL: O azul é uma cor fria e dependendo do tom ele pode ter variados significados, mas no geral são estes: Harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde, refrescância.


Roxo: O roxo ou lilás representa a fantasia, mistério, espiritualidade, noite, aurora, sonho, igreja, justiça, misticismo, delicadeza, calma.

ROSA: Geralmente relacionada a coisas femininas, mas também significa luxúria, sofisticação, desejo.

VERDE: O verde obviamente representa a natureza e coisas semelhantes, também a  juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro, boa sorte, esperança.

PRETO: A cor preta possui uma conotação negativa às vezes por ser associada à morte, ao medo, ao azar, à raiva e etc., mas quando vem acompanhada de um brilho ela representa o poder, modernidade, sofisticação, formalidade, mistério, masculinidade, elegância.

BRANCO: O branco vai muito além da idéia de paz, ele representa também a pureza, inocência, reverência, simplicidade, esterilidade, rendição, união.

PRATA: Geralmente associada ao material prata, a cor representa a elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza, modernidade, sofisticação, riqueza.

DOURADO: Cor associada ao poder, nobreza, riqueza, abundância, exclusividade, status.

Cores são importantes para a publicidade, pois através delas as mensagens são mais perceptíveis e o resultado mais satisfatório.