Publicidade e propaganda popular.

A publicidade popular tem como conceito ser uma forma não-acadêmica de publicidade, o mesmo conceito vale para a propaganda (para saber a diferença entre publicidade e propaganda clique aqui). De modo mais simples podemos dizer que a publicidade popular é feita pelo povo. A publicidade e a propaganda popular muitas vezes utilizam de elementos comuns em qualquer parte do mundo, porém neste tipo de propagação é comum serem utilizados elementos culturais de uma determinada região.

Como toda criação, a publicidade e a propaganda popular devem ser criativas, mas ao contrário da prática profissional, este tipo de criação nem sempre usa o bom senso, revelando assim, elementos pitorescos para driblar as suas necessidades. É comum usar remendos e adaptações neste tipo de comunicação com o objetivo de aumentar a vida útil do anúncio, pois a reutilização também faz parte deste tipo de comunicação.

Popular, sim! Ruim, não!

Por ser uma forma não acadêmica de comunicação, existe certo preconceito à propaganda e a publicidade popular, vista muitas vezes como marginal (que fica a margem). Porém, este tipo de prática exerce importante função dentro de sua esfera de atuação, pois é a maneira que os pequenos e populares possuem para comunicar algo à alguém. Apesar do amadorismo e da falta de recursos, imagine se não houvesse essa maneira de comunicar? O que seria dos pequenos comerciantes e alguns profissionais autônomos? Por tanto, mesmo de maneira improvisada a propaganda popular é eficiente, pois cumpre o seu propósito de levar informação aqueles que habitam no entorno do anunciante. Analisando dessa forma, vemos que este tipo de expressão possui função respeitável no que se propões a fazer.

Mesmo sendo uma expressão não-acadêmica e por muitas vezes improvisada, podemos observer alguns anúncios que merecem destaque, pois são muito criativos e foram bem elaborados, alguns até se tornam parte da cultura popular. Abaixo alguns destes anúncios.

Aqui vemos a forte presença do regionalismo.

Aqui vemos a forte presença do regionalismo.

Aqui vemos o uso de um personagem famoso.

Aqui vemos o uso de um personagem famoso.

Aqui vemos um belo exemplo do uso de ilustrações

Aqui vemos um belo exemplo do uso de ilustrações

A tradicional placa de açai no Pará

A tradicional placa de açai no Pará

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Publicidade ou propaganda?

Você sabe diferenciar o que é publicidade e o que é propaganda? Se não sabe, agora é a hora de aprender.

Apesar de parecerem sinônimos, os dois termos possuem diferenças, porém este tipo de confusão é muito comum, até profissionais da área muitas vezes não sabem distinguir os conceitos. Isso deve-se à um problema nas primeiras traduções dos termos em inglês para o português. Quando os primeiros tradutores começaram a traduzir o termo “Advertising” , o entenderam como propaganda, então as traduções de livros e artigos que falavam de “Advertising” eram traduzidos como conceitos de propaganda. Porém, o termo propaganda vem do seu homônimo em Latim, que significa propagar, semear, e neste caso semear ideias de cunho ideológico.

O termo publicidade também é por muitas vezes confundido com esforços de relações públicas em gerar mídia espontânea, porém a publicidade está ligada mais ao termo inglês “advertising”, ou seja, ao ato de promover, utilizando espaços publicitários nos meios de comunicação e ações promocionais.

Então, em suma, podemos dizer que a propaganda tem carater político, ideológico ou cívico, enquanto a publicidade tem carater comercial. Exemplos: Uma campanha de vacinação do governo é propaganda, e um anúncio que visa vender ou divulgar um produto, serviço ou marca é publicidade.

Abaixo alguns exemplos de publicidade e de propaganda:

Propaganda

A propaganda sempre muito utilizada para fins militares

A propaganda sempre muito utilizada para fins militares

Publicidade

axe-anúncio-impresso

Pois é, esta foi a definição mais plausível que encontrei, mas não quer dizer que seja a absoluta, pois em comunicação tudo é mutável.

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Referências: RG9.org e Conceito Ideal.

Flash mob, a arte da mobilização.

O termo Flash Mob vem do inglês e é a abreviação de “flash mobilization“, ou seja, uma mobilização de caráter rápido, instantâneo. A mobilização sempre foi um recurso muito usado, principalmente para fins políticos, porém, o falsh mob é uma mobilização com fins de entretenimento e de sociabilização. Tal expressão social ganhou mais adeptos com a popularização da Internet, pois é através de fóruns, blogs e redes sociais que as pessoas se organizavam e divulgavam a prática.

A prática do flash mob se espalhou pelo mundo e ganhou vários adeptos, praticamente toda grande cidade possuí, ou possuía seu grupo de organizadores e praticantes. O ápice dos Flash Mobs aconteceu no período entre 2006 à 2009, quando vários eventos para tais fins eram organizados, porém hoje vemos que a prática anda enfraquecida.

Existem vários tipos de flash mobs, cada um com a sua particularidade, porém os mais populares são:

Guerra de travesseiros

Guerra de travesseiros

Pillow Fight ( Luta de Travesseiros)

A brincadeira de criança ganhou novas proporções quando se tornou um dos tipos de flash mob. Neste tipo de mobilização, as pessoas combinam na Internet (fóruns, redes sociais, blogs e etc.) o local e a hora do evento e levam os seus travesseiros para guerrear com pessoas desconhecidas. O Pillow Fight é muito popular, tendo até dia mundial, que acontece em abril.

Apesar da aparência violenta, o evento tem suas regras: É proibido colocar qualquer objeto dentro do travesseiro, não pode haver zíper e apenas os participantes podem ser atingidos, são algumas regras da brincadeira.

O Pillow Figth é uma forma divertida e simples de extravasar o estresse gerado pelo cotidiano dos grandes centros urbanos.

Subway Party (Festa no Metrô)

Festa no metrô

Festa no metrô

Como o nome já diz, o Subway Party é uma festa realizada dentro do metrô. Como todo flash mob, as pessoas combinam o dia e o horário do evento, pela Internet na maioria das vezes, e quando chegam ao local marcado dançam, ouvem música, conversam, enfim, tudo o que se faz em uma festa. Geralmente utilizam o último vagão do metrô ou trem, onde este pode até ser enfeitado, e dependendo da época a festa pode até ser temática.

O Subway Party pode ocorrer durante a hora do rush, mas tal prática é muito criticada por atrapalhas as pessoas que querem ir e vir, por isso é mais comum que seja feita no fim da noite.

Este tipo de flash mob é muito recomendado para quem procura novas amizades ou lances (você entendeu né?!), e é um tipo bem inclusivo, já que pessoas que não participam do evento são convidadas a participar.

Zombie Walk (Caminhada Zumbi)

Casal zumbi na Zombie Walk

Casal zumbi na Zombie Walk

Inspirado em um dos aspectos mais populares da cultura pop atualmente, o Zombie Walk consiste em pessoas que se vestem de zumbi e saem pelas ruas da cidade caminhando. Sua rota passa preferencialmente por locais de grande movimento de pessoas, tais como Shoppings, metrôs, praças e etc.

A caminha zumbi nasceu no Canadá e na primeira edição teve poucos adeptos, cerca de 6, porém o evento teve grande repercussão e foi crescendo a cada ano. Hoje o Zombie Walk é um dos flash mobs mais populares e acontece em várias cidades do mundo. O grande barato deste tipo de flash mob é a caracterização, onde os participantes capricham na fantasia.

Uma curiosidade é que no Brasil este tipo de mobilização geralmente acontece no dia 2 de novembro, dia de finados (existe melhor data que essa para que os mortos possam andar nas ruas da cidade?).

Frozen (Congelado)

Neste tipo de flash mob as pessoas ficam paradas, como estátuas, por um tempo determinado.

No Pants (Sem calças)

no-pantsNeste tipo de flash mob as pessoas ficam sem calça, preferencialmente no metrô de grandes metrópoles.. Mesmo em alguns lugares haja um certo incomodo com a polícia e com outras pessoas, o No Pants é muito popular nas grandes metrópoles, principalmente em cidades como Nova Iorque e São Paulo. Este flash mob tem como característica ser uma forma de protesto contra a onipresença das calças no vestuário urbano.

Assim como acontece com o Pillow Fght, o No Pants também tem um dia internacional: A primeira sexta-feira de maio. Como o nome sugere é um dia onde os adeptos não usam calças, onde os mais tímidos usam bermudas, shorts, saias e etc, e os mais ousados usam apenas roupas íntimas.

Qual o maior Flash Mob do Mundo?

O maior flash mob aconteceu em Chicago nos Estados Unidos no dia 10 de setembro de 2009, na data de comemoração da 24ª temporada do programa da apresentadora Oprah Winfrey. O evento foi organizado pelo grupo Black Eyed Peas, como forma de fazer uma surpresa para a apresentadora. Cerca de 21 mil fãs dançaram ao som de I Gotta Feeling. Abaixo o vídeo do evento.

Flash Mob e a publicidade

Vendo que se tratava de uma ótima forma de promoção, que gera buzz e percepção positiva por parte das pessoas, algumas empresas começaram a usar os Flash Mobs para divulgarem seus produtos/serviços/marcas. O que começou como expressão cultural contemporânea agora também é uma estratégia de promoção, ou seja, como sempre o Marketing se apropriando de elementos da cultura para servir de estratégia mercadológica, assim como foi com a ilustração, pintura, poesia, entre outras, GENIAL!

Alguns exemplos mostram como o flash mob pode ser uma grande sacada de marketing, como o utilizado pela Brastemp. A empresa transmitiu simultaneamente em 11 rádios de São Paulo uma mensagem convidando os ouvintes que estavam no trânsito a sorrirem para o motorista ao lado. A empresa conseguiu um ótimo buzz, tendo até algumas matérias sobre a ação em revistas do país.

Outro bom exemplo é a ação da Nivea, onde uma consumidora ia ao estande e provava um creme da marca, e de repente vários homens apareciam dançando tirando a roupa e etc. A ação bem-humorada conseguiu muito buzz.

Abaixo os vídeos mostrando as respectivas ações:

Como usar o flash mob como estratégia de marketing

O flash mob pode ser usado em diversos casos, mas causa maior impacto quando usado para divulgar o lançamento da uma marca, produto ou serviço. Assim como qualquer outra forma de publicidade/marketing as ações que utilizem os flash mobs têm que ser bem planejadas, pois deve-se levar em consideração as características da ação. Geralmente as pessoas não gostam de ações “forçadas”, onde o intuito de venda seja muito evidente. Outro erro em termos de flash mobs promocionais é a execução, mesmo os flash mobs em fins comerciais são muito ensaiados e bem executados. É muito importante que a ação seja gravada e fotografada, pois se o resultado da ação for eficaz, este material pode servir como conteúdo editorial e ser exposto em blogs, sites e revistas.

Como benefícios à empresa que faz uso dos flash mobs podemos destacar o feedback positivo nos meios de comunicação e das pessoas atingidas pela ação, a baixa resistência à mensagem e a interação do público.

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Memes na publicidade.

O termo Meme foi cunhado Richard Dawkins, que em seu livro O Gene Egoísta o define como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou em suportes onde a informação é armazenada, como livros, CDs, DVDs e etc. Os memes de Internet possuem o mesmo princípio, tendo em vista a sua capacidade de multiplicação na rede, ou seja, o fundamento de um meme é viralidade. Um meme de Internet é uma informação que se propaga na rede através das redes sociais, sites de notícia, blogs, emails, entre outros serviços web. Geralmente são associados às tirinhas, porém o termo memes serve para designar vários formatos, tais como hiperinks, frases, imagens, hashtags (#), vídeos, websites e etc.

Um meme de Internet pode evoluir e se transformar, ou seja, pode ser reutilizado por qualquer pessoa para expressar uma situação ou sentimento. Geralmente se espalham rapidamente pela rede de forma viral, ou seja, voluntariamente de pessoa para pessoa. Alguns ficam conhecidos mundialmente, enquanto outros são restritos à uma área restrita, uns possuem um ciclo longo enquanto outros somem rapidamente.

Por se tratar de uma ferramenta de baixo custo, porém muitas vezes eficiente, a publicidade já vem se apropriando do uso dos memes. No Facebook ou em outras redes sociais já vemos vários memes com fins publicitários, isso ilustra bem as novas tendências da publicidade, progressivamente mais interativa. Porém, assim como as outras ferramentas de comunicação, as propagandas que utilizam memes devem ser criadas levando em consideração as características da ferramenta. Muitas vezes o uso de memes na publicidade parece muito forçado (como no caso das propagadas que usaram a imagem da Luisa do Canadá depois do bum do vídeo) e causa indiferença no público, ao contrário de atraí-lo.

Abaixo um vídeo feito pelo banco Itaú usando um vídeo que virou meme e foi sucesso mundial.

Muitas vezes o inverso também acontece, ou seja, peças publicitárias que se transformam em memes. Além do já batido Luisa Que Está no Canadá, também temos como exemplo os Pôneis Malditos da Nissan e Eduardo e Mônica da Vivo.

A lição que podemos ter nestes tempos de memes e conteúdo viral,  é que o usuário não é mais meramente figura passiva, mas sim um elemento ativo no processo de comunicação. E seduzir o usuário com uma ideia original ou engraçada pode ser uma ótima maneira de estabelecer uma conversa que traga louros para as marcas e empresas. Apesar de uma nova forma de propagar uma informação, os memes são bem promissores.

Abaixo alguns exemplos de Memes na publicidade.

Peça feita para um produto do próprio Facebook (clique para ampliar)

A Uvaia utiliza muito de memes na sua comunicação. (clique para ampliar)

clique para ampliar

Os memes invadindo outras mídia (clique para ampliar)

Esse foi um dos primeiros anúncios a utilizar memes.

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Tumblrs Legais

O Tumblr é uma plataforma de blog gratuita como o Blogger e o WordPress. Porém, seu uso pelos usuários é mais restrito, na maioria das vezes com postagens curtas. É como se o Tumblr fosse uma categoria intermediária entre o blog e o Twitter, pois também possui recursos semelhantes à ferramenta de microblog como reblogar (semelhante ao RT do Twitter) e a função “seguir”.

Por essas características vemos a quantidade de Tumbrs abordando assuntos bem específicos. Como os que serão mostrados logo abaixo:

Piores Briefings do Mundo: Este é mais um desabafo dos profissionais de propaganda (principalmente os de criação) que tem que decodificar um Briefing (documento com informações que norteiam a criação e elaboração de campanhas e/ou peças publicitárias).  Quem trabalha na área sabe o quanto é complicado trabalhar  a partir de um Briefing difícil, pior ainda é quando este documento não tem pé nem cabeça.

pioresbriefing.tumblr.com

Slogans Sinceros: Já pensou se as marcas decidissem falar toda a verdade sobre os seus produtos. Se seus slognas fossem tão sinceros a ponto de mostrar até as suas falhas? Ia ser uma boa né?!(ou não). Com toda essa sinceridade você compraria estes protutos/serviços? Este Tumblr é garantia de boas risadas.

sloganssinceros.tumblr.com

Fuck Yeah, Publiciotário: Lamentações e revoltas dos profissionais da área. Rotinas na agência, pouca valorização dos profissionais da área, longas horas de jornada, finais de semana jogados fora e uma série de outras lamentações, abordadas de uma maneira interessante.

fuckyeahpubliciotarios.tumblr.com

Estes posts são de assuntos específicos à um público (profissionais de publicidade ou marketing). Mas se você conhece outro tumblr digno de nota, compartilhe conosco.

Ah, um outro Tumblr digno de nota é o meu(rsrsrs). Na verdade o meu é um portfólio virtual. Então acesse e veja o que rola na minha cabeça. willyrenan.tumblr.com

Advergames: Jogando com marcas.

Advergame é uma das mais fantásticas e eficazes ferramentas publicitárias que encontramos no contexto atual. Seu nome deriva da fusão de advertising (publicidade) e game (jogo), tendo a função básica de expor o usuário à marca de uma determinada empresa, instituição ou indivíduo dentro do jogo ou fazer com que o mesmo jogue com a marca, criando assim interação.

Esse tipo de ferramenta ganhou grandes proporções com a popularização da Internet e com a aplicação em dispositivos mobiles (smartphones e tablets), porém já é uma prática um pouco antiga. O primeiro Advergame eletrônico que se tem notícia chama-se Pepsi Invaders, e foi criado em 1983 para Atari a pedido da Coca-cola. O jogo era um clone do clássico Space Invaders, onde no lugar de naves alienígenas haviam logos da Pepsi que deviam ser destruídos.

Apesar de serem associados com jogos eletrônicos, os Advergames são mais comuns do que pensamos. Sabe aqueles joguinhos que vinham atrás da caixa de cereal ou das latas de achocolatado? Pois é, eram Advergames. E aquelas caças ao tesouro promovidas por uma marca qualquer? Também Advergames. Veja só como já estamos familiarizados com a ferramenta e nem percebemos.

Hoje os Advergames movimentam milhões, talvez bilhões como veremos a seguir, por se tratar de uma ferramenta que mais agrega valores as marcas, e claro, traz retorno financeiro. E com o bum da Internet e do uso de aparelhos móveis no Brasil e no mundo, o cenário está ficando gradativamente mais propício para o uso de tal estratégia.

Segundo a consultoria eMarketer, os anúncio dentro dos games devem movimentar US$ 650 milhões em 2012. Uma prévia conservadora, outras consultorias apostam em US$ 1,8 BI.

No Brasil já há cerca de oito aparelhos celulares para cada 10 pessoas, e os números não param de crescer. O uso da rede também é alto, somos cerca de 50 milhões de internautas e um dos países com maior média de tempo gasto com acesso a Internet no mundo. Claro que tais dados não mostram efetivamente o uso do instrumento, mas nos mostra uma situação favorável para a sua aplicação.

Mas para que serve um Advergame?

  • Trazer mais visitas e aumentar o tempo de permanência dos consumidores no site;
  • Gerar cadastro e mailing;
  • Coletar dados estatísticos;
  • Testar a reação do público a um determinado produto ou serviço;
  • Gerar buzz e Marketing Viral;
  • Aumentar o reconhecimento da marca;
  • Mensurar resultados;
  • Aumentar as vendas.

Onde encontramos?

  • Internet: Sites das empresas, redes sociais, sites promocionais, dowloads;
  • Aplicativos para PCs, notebooks, smartphones e tablets;
  • Consoles;
  • Eventos;
  • Embalagens, cartas, tabuleiros e etc.

Quem joga?

  • Segundo a consultoria Nielsen/Netratings 30,5% dos jogadores tem entre 35 a 49 anos;
  • 16,6% entre 25 e 34 anos;
  • E 14,3% entre 12 e 17 anos;
  • 41% de jogadores de sites de jogos são mulheres;
  • 70% das pessoas que jogam em sites são jogadores casuais, destes 57 são mulheres e 43 são homens;

Efeitos?

Pesquisa Blockdot/ Kewlbox.com

A pesquisa feita com mil usuários mostra que 83% dos entrevistados pensam positivamente nas empresas que disponibilizam jogos. 73% dizem que estão mais propensos a comprar a comprar os produtos dessas empresas.

  • A exposição de uma marca ou produto em um advergame é de cinco a trinta minutos, tempo muito maior do que a mídia televisiva ou impressa;
  • A familiaridade com a marca cresceu 64%
  • A avaliação da marca aumentou 37%
  • O desejo de compra aumentou 41%
  • A lembrança do anúncio aumentou 41%
  • A avaliação do anúncio cresceu 37%
  • Uma pesquisa com a demonstrou que as pessoas lembram apenas 10% do que leem,  50% daquilo que veem ou ouvem e até 90% daquilo que interagem.
  • Os Advergames estão na chamada área positiva de percepção de mídia e perdem apenas para os eventos e comerciais de TV 30 segundos.

Tipos de Advergames

In – Game Advertising: É quando se pratica a mesma propaganda do mundo real no jogo. São outdoors, cartazes, spot de rádio, placas de patrocínios, enfim, todas as peças publicitárias que fazem parte do nosso dia-a-dia, porém no contexto do jogo. Exemplo disso são as caixas de pizza da Pizza Hut no jogo das Tartarugas Ninjas.

Product Placente: É usar os jogos como meio de interagir com o consumidor e gerar uma experimentação do produto dentro do contexto do jogo. Esse tipo de advergame é usado na forma de patrocínio, onde os desenvolvedores do jogo procuram os anunciantes antes da finalização do jogo. Temos o exemplo do Worms 3D da Sega, onde o bichinho tomava Red Bull e ficava cheio de energia.

Serious Game: como o nome já diz trata-se de um jogo sério, muito usado para fixar ideias ou campanhas de conscientização e reeducação.

Alternate Reality Game (ARG): é um tipo de jogo eletrônico que combina as situações de jogo com a realidade, recorrendo às mídias do mundo real, de modo a fornecer aos jogadores uma experiência interativa.

Os ARGs são caracterizados por envolver os jogadores nas histórias, encorajando-os a explorar a narrativa, a resolver os desafios e a interagir com as personagens do jogo. Este tipo de jogos desenvolve-se a partir de sites, emais, telefonemas, entre outros meios de comunicação comuns.

Os ARGs estão popularizando-se e consequentemente a crescer em número. Geralmente, os jogos são gratuitos, sendo as despesas absorvidas pela venda de produtos licenciados (como os puzzles de Perplex City) ou pela promoção de um produto já existente (o I Love Bess promove o jogo de vídeo Halo 2).

Em suma, podemos dizer que os Advergames são uma ótima ferramenta de Marketing, pois geram associação positiva com a marca, marketing viral e também, quando bem trabalhados, auxiliam no impulso de vendas. Pode ser que hoje ainda encontrem barreiras para uma exploração maior, porém com a rápida ascensão das classes menores à Internet e a dispositivos móveis, não tardará para que seja uma prática constante o uso desta formidável ferramenta.

No próximo post veremos alguns cases de sucesso no uso de tal ferramenta.

Fontes: Wikipédia, Slideshared

Propagandas Idiotas. Idiotas mesmo.

A publicidade não tem o único objetivo de vender. Ela serve também para informar, discutir temas polêmicos, chamar a sua atenção, estimular a reflexão e chocar, mas em nenhum momento ela deve ser preconceituosa. Mas em tempo idos a publicidade já teve os seus momentos de preconceito e de alusão à práticas sociais indecentes. Quando ainda não havia um sentimento igualitário e nem a opinião pública era tão atuante, anúncios alusivos corriam soltos. Hoje tais propagandas seriam consideradas crimes! Ainda bem que esse tipo de comunicação é coisa do passado. Seria até cômico se não fosse trágico!

 

E o quê que tem o seu filho for um alcoólatra? Quanto mais cedo pior.

Viva o lado Coca-Cola de infância.

Se o meu médico fuma, por que eu não posso fumar?

Minha namorada ia amar esse anúncio.rrsrs

Nada como uma garota estirada na sua sala.


Tradução: Porque a inocência é mais sexy do que você imagina. Tem cabimento uma coisa dessas?

Só um pouco machista. Tirando a submissão e o preconceito...o resto dá pra levar.

Tradução: Por que a tua mãe não te lava com sabão Fairy?

O que temos que entender é que a propaganda é um espelho da sociedade da época, tais anúncios eram assim, pois faziam parte de uma sociedade preconceituosa e onde tais afirmações não era considerados crimes. Mas felizmente esse tipo de coisa hoje além de não cair bem aos olhos dos cidadãos, também é punida por lei.

Uma Nova Esperança.

Alguns de vocês devem saber o que é o Super Bowl, se não sabem eu vou explicar. O Super Bowl é a final do campeonato de futebol americano, sendo o maior evento esportivo e com a maior audiência televisiva do país, transmitida para os EUA e para o mundo. Com essa magnitude é de se esperar que tal evento traga grandes anunciantes que pagam verdadeiras fortunas para terem suas marcas expostas. O intervalo do jogo é o espaço publicitário mais caro do país e um dos mais caros do mundo, e também um dos mais criativos. E foi nesse cenário que esse ano a Volkswagen, para promover o Passat, veiculou um filme que mostra um pequeno Darth Vader interagindo com o carro da construtora alemã. O comercial é fantástico e vale a pena ser visto.

Tudo bem até aí certo? A Volks criou um comercial memorável, ganhou mídia espontânea e tudo ia bem até que o Greenpeace (que são gênios em matéria de propaganda também) usou a arma do inimigo e deu “uma tapa sem mão” na construtora, pois utilizou o mesmo mote para ataca-la. Segundo a ONG a Volks, está se opondo à redução de gases poluentes na atmosfera, causando assim, a aceleração do processo de aquecimento global.

Confira abaixo a campanha do Greenpeace que possui dois episódios.

E aí o que acharam? Genial né?!