A Era da Comunicação Digital

O dedo, a extremidade dos membros do homo sapiens, na ponta a impressão digital nos diferencia dos demais. Nós temos cinco dedos, ou cinco possibilidades. Com esses dedos, usando-os para dar apenas alguns cliques, podemos nos transportar para outros países, nos comunicar com pessoas de outras nações, outras culturas, vidas paralelas as nossas, mas que se distanciam por algumas milhas, ou paredes, ou o nosso corrido tempo.
Em uma era que com um dedo podemos ter conhecimento infinito, ter experiências fantásticas, alguns ainda o usam para “escrever”, pois suas débeis mãos não conhecem a linguagem escrita, mas afinal, quem hoje conhece a linguagem escrita? Essa mutante constante de termos dinâmicos: Vós me CE, que virou você, que passou a ser vc, e agora é um simples c.
É ultimamente não é só a língua que muda, muita coisa está mudando, e em uma velocidade vertiginosa: O nosso jeito de “comprar” música, o nosso jeito de ver filmes, até o nosso modo de nos relacionar com outros, e quem não se atenta para isso está fora dos planos do voraz bravo (ou nem tanto) mundo novo.
Comunicação e informação são hoje mais valiosas do que ouro, mais poderosas que armas nucleares, mais curadoras que a medicina. A Internet instrui mais que a escola, o conhecimento está aí, na forma de bits, bytes, kbytes, megabytes, terabytes e outros tantões de bytes. O mundo mudou, somos mais informados, às vezes mal informados, outras informados até demais. É tanta informação, que nossa mente limitada não absorve tudo, e nem precisa, para quê existe o Google?
Somos andróides, não há como pensar em viver nossas vidas sem celular, Internet, computadores e todo esse aparato tecnológico que a cada dia que passa se torna mais integrado a nós, ao nosso íntimo, basta ver a geração que mesmo antes de saber ler ou escrever já se aventura na “rede”.
E o futuro? Até a nossa noção de tempo mudou, tudo é tão rápido, tudo é tão passageiro. Mas o que será que nos aguarda? Chips em nossas mentes ou experiências interativas em ambientes virtuais? Não há como saber. Mas ele está aí e temos que desvendá-lo, desbravá-lo, caminhando curiosamente por essa estrada de tijolos dourados.

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Publicado em Pensamentos

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