8 Razões Para Não Votar em Jair Bolsonado

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O ex-deputado federal Jair Bolsonaro é candidato à Presidência da República pelo PSL e nessas quase 3 décadas de política o candidato coleciona polêmicas e episódios lamentáveis. Ele definitivamente não é o candidato certo para ocupar o mais importante cargo da nossa república e é isso que eu abordo nesse POST. O meu objetivo é mostrar para as pessoas que estão pensando em votar em Bolsonaro que ele não é o candidato ideal e que existem bons motivos para isso. Leia o post e tire as suas próprias conclusões e se ainda assim você votar no candidato, pelo menos teve um contraponto bem fundamentado.

Obs: O meu blog sempre foi um espaço democrático e aberto para todo o tipo de posicionamento e opinião, mas não tolero ataques gratuitos ou xingamentos. Fiz uma ampla pesquisa para mostrar o meu posicionamento, o POST tem inúmeras referências, links e alguns vídeos, não tirei as coisas simplesmente da minha cabeça. Se quiser debater faça o mesmo, use de argumentação.

Introdução feita, vamos para os motivos.

1 – Bolsonaro é falastrão

Quando ameaçado, ao invés de mostrar argumentos e se mostrar um candidato sensato e diferenciado, pelo contrário, Jair Bolsonaro despeja toda a sua falta de preparo e acaba “soltando” pérolas como “É para comer gente” quando questionado porque mesmo com casa própria em Brasília o parlamentar faz uso do auxílio moradia, “Você não merece que eu te estupre” quando chamado de estuprador por outro parlamentar, entre outras.

Para muitos isso é falar a verdade, não ter “papas na língua”, mas é ignorância disfarçada de sinceridade, e um subterfúgio muito comum ao políticos.

2 – Bolsonaro é carregado de preconceito e dissemina o ódio

Para provar isso basta ver as suas frases, tais como as que ele proferiu em uma palestra na Associação Hebraica (o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas), como o que ele disse sobre os imigrantes refugiados (Senegaleses, haitianos, iranianos, bolivianos e tudo que é escória do mundo, agora está chegando os sírios), os indígenas, o diteiro das mulheres (eu não empregaria com o mesmo salário), dos gays (Ninguém gosta de homossexual, agente suporta) e etc. Inclusive, o ex-deputado Jair Bolsonaro,responde por processo pelas palavras racistas proferidas na Associação Hebraica.

Em vários episódios o candidato pelo PSL já proferiu palavras de ódio, e recentemente em uma passeata no Acre o candidato falou em tom jocoso que ia “fuzilar a petralhada do Acre” (link para o vídeo aqui). Além de ter dito em entrevista para o Jornal Opção o seguinte sobre a presidente da época Dilma Rousseff: “Espero que o mandato dela acabe hoje, infartada ou com câncer, ou de qualquer maneira”, ressaltou.

Não há nada de errado em criticar com veemência opositores e desejar justiça, mas instigar o ódio, não é isso que se espera de um presidente da república.

3 – Bolsonaro é contra o direito do trabalhador, mas a favor dos privilégios dos políticos

Em diversas ocasiões o ex-deputado Jair Bolsonaro já se mostrou a favor da redução dos DIREITOS dos trabalhadores, onde segundo ele, para que continue se gerando emprego no país, deve-se diminuir os direitos trabalhistas, mas sempre se posicionou favorável à manutenção dos PRIVILÉGIOS dos parlamentares.

No vídeo abaixo esse relação contraditória fica muito evidente. No primeiro trecho ele defende a redução dos direitos dos trabalhadores, e no segundo trecho ele defende os privilégios dos parlamentares. Não dá para confiar em alguém tão cínico. É oneroso e imoral demais os direitos dos trabalhadores, mas os benefícios dos parlamentares que já ganham altíssimos salários não?

Resolvi me aprofundar um pouco mais nessa questão e fiz uma pesquisa.

Os nossos 513 deputados federais custam aos cofres públicos aproximadamente 1.1 Bilhões de reais por mês (link da matéria aqui). Nos gastos com os nossos deputados estão o salário de R$ 33.763 o famigerado auxílio-moradia de R$ 4.253 (inclusive para deputados que possuem residência em Brasília, como no caso do ex-deputado Jair Bolsonaro, que só recentemente, no início do ano abriu mão do privilégio), verba de R$ 101,9 mil para contratar até 25 funcionários, de R$ 30.788,66 a R$ 45.612,53 por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas e ressarcimento de gastos com médicos.

Os nossos senadores são igualmente onerosos. Conforme uma reportagem de página Politize! (link para a reportagem aqui) senadores recebem R$ 33.763 de salário, R$ 5.500 de auxílio moradia, em média R$ 82.000 de verba de gabinete e até R$ 45.000 de cota parlamentar (alimentação, aluguel de veículo e escritório, viagens e etc), ou seja, nossos 81 senadores custam aos cofres públicos aproximadamente aproximadamente R$ 160 milhões ao ano.

Resumindo, o Brasil gasta por ano aproximadamente R$ 1.3 Bilhões ao ano com os nossos parlamentares. Isso se resumindo aos deputados federais e senadores, mas se levássemos em consideração o gasto com o poder executivo e judiciário o rombo no bolso do contribuinte é bem maior, que aliás ficará maior com o aumento do salário dos juízes do supremo que causará um efeito cascata que aumentará o rombo dos cofres públicos.

Mesmo com todo esse gasto público que poderia ser melhor investido em outros setores, é de estranhar que o candidato que se mostra como o baluarte da moral nunca tenha sido opositor de tais gastos. Aliás nas votações para aumentar o próprio salário Bolsonaro votou sim em todas (Link Aqui). Ou seja, o candidato nunca se indignou com a mamata que os parlamentares tem, mas se incomoda com as garantias mais básicas dos trabalhadores. A menos que você leitor seja um rico empresário, vai mesmo querer ver os seus direitos trabalhistas sendo revogados? Abre o olho.

4 – Bolsonaro tem ideias simplistas para problemas complexos

Um dos pontos que mais me incomoda nas ideias bolsonarianas é o simplismo que ele trata de problemas complexos. Por exemplo, para resolver parte do problema da segurança pública, Bolsonaro acredita em armar a população, mas segundo pesquisa nos EUA, os riscos de morte da população que possui armas de fogo é 56% maior do que àquela que não possui.

O candidato é a favor da pena de morte, e usa os EUA como exemplo, mas lá os estados com o maior índice de violência são justamente àqueles com pena capital. Além do que, segundo a Anistia Internacional, desde 1973, pelo menos 138 condenados a morte foram absolvidos antes que a pena fosse executada. O que teria acontecido se essas pessoas fossem inocentadas depois do Estado ter tirado as suas vidas? E as falhas processuais e de investigação que não poderiam ser revogadas uma vez que a sentença já tivesse sido executada?

Bolsonaro defende a redução da maioridade penal, mas ao invés de resolver um problema o estado estaria gerando um muito maior. Grande parte da escalada da violência que estamos vivendo hoje no país se deve ao falido sistema carcerário, pois foi dentro das prisões que as maiores facções criminosas do país, tais como PCC e CV, nasceram e se espalharam pelo território nacional. Ou seja, um jovem que tem a possibilidade de se reabilitar, se for parar na prisão vai ser cooptado por essas facções e não terá mais como sair do mundo do crime.

5 – Bolsonaro é despreparado e incompetente

Antes de se candidatar, o presidenciável Jair Bolsonaro estava em seu 7° mandato de deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Nesses quase 30 anos o deputado só teve 2 projetos aprovados dos mais de 171 projetos apresentados. Desses projetos, a maioria foi destinada aos militares (sua primeira base eleitoral) ou o endurecimento de leis penais (link aqui). O presidenciável, conforme sua próprias palavras no programa Roda Viva, quase não participou de comissões da câmara.

Quando questionado várias vezes sobre a questão econômica o candidato prefere sair pela tangente, argumentando que não sabe de economia e que isso é tratado com a sua equipe econômica. Ou quando questionado sobre saúde pré-natal ele responde simploriamente que se trata de problema de saúde bucal, desconsiderando as outras variáveis como nutrição, falta de um pré-natal adequado e etc, ou a fala do candidato que diz que quem trabalha procura menos os serviços de saúde. São tantas questões que o candidato patina que realmente só um grande malabarismo mental para levá-lo a sério.

6 – Bolsonaro é incoerente

Algo que todo eleitor procura em um candidato é coerência, e esse, é um aspecto que carece em Jair Bolsonaro e exemplos é o que não faltam.

PL Jair BolsonaroComeçando com a política do armamento. Para Jair Bolsonaro todo o cidadão deve ter o direito de se armar, inclusive o mesmo tem vários projetos de lei que facilitam o porte de armas para diversas classes, mas é aí que a coisa fica estranha. Em 2013 o candidato apresentou um projeto de lei que revoga o porte de armas para servidores designados para atividades de fiscalização ambiental (link da PL aqui). Mas qual seria a explicação? Simples. Bolsonaro tem como fortes aliados integrantes da chamada bancada ruralista, onde poucos “coronéis” latifundiários são donos de extensas áreas, muitos utilizam da apropriação indevida de terras para aumentar o seu patrimônio e eles não querem fiscais ambientais metendo o bedelho nos seus escusos negócios.

Outra incoerência de Bolsonaro é sobre a questão dos investimentos em saúde, educação, segurança pública e etc. Sabemos que principalmente esses três aspectos são para a maioria dos brasileiros questão de urgência. Não dá mais para ver o SUS defasado, a educação em frangalhos e a segurança pública na verdadeira desordem. E com todo esse cenário caótico o candidato presidenciável pelo PSL votou a favor da PEC 241, que congela os investimentos em educação, segurança, saúde e etc por nada menos que 20 anos. Com que recursos o candidato espera resolver os problemas nestes campos? Sendo que na semana que antecedeu a votação da PEC o candidato, em vídeo, falou que ia votar contrário a emenda, mas depois de uma “reunião” foi “convencido” pelo governo a votar favorável, o que o mesmo fez, como mostra o vídeo abaixo.

Bolsonaro é a favor de diminuir os gastos públicos, inclusive votou na PEC do teto, mas se eleito pretende aumentar o número de juízes (de 11 para 21) do supremo que hoje já custam aos cofres públicos cerca de R$ 714,1 milhões ao ano. Com o acréscimo de 10 juízes o custo passará da casa do bilhão, pois além de salários e os habituais privilégios, também haverá o aumento de outras despesas, tais como pessoal, material e etc.

O “mito” já falou que “Pedreirinhas era um exemplo para o resto do país”, mas enquanto ele vê bandidos matando outros bandidos, a verdade é que uma facção criminosa subjuga outra facção criminosa e temos mais um episódio da guerra do crime organizado que está destruindo o nosso país.

Mas a maior incoerência de todas é Bolsonaro ser a favor da pena de morte sendo cristão. Isso mesmo! A Bíblia é categórica quando diz que só Deus pode retirar uma vida, pois só Ele dá, só Ele tira. Ou seja, conforme os preceitos cristãos o Estado não pode matar. Mas para Jair Bolsonaro, o cristianismo só serve quando reforcam as suas convicções, quando são contrários, ele simplesmente os ignora.

São tantas incoerências que dá para fazer um post só sobre isso, mas creio que esses exemplos são suficientes.

7 – Bolsonaro espalha fakenews e inverdades

Se o presidenciável Jair Bolsonaro se apresenta como uma saída à política que está instaurada por aí, porque ele repete os mesmos erros das velhas raposas da política? Em entrevista ao Jornal Nacional, o candidato mostrou o livro “Aparelho sexual e cia”, que segundo ele, seria o famigerado “Kit Gay” e este seria distribuído na rede pública de ensino. Mas este livro nunca foi nem cogitado pelo Ministério da Educação na época para fazer parte do material distribuído nas escolas (link da reportagem aqui).

Outro fraco argumento do candidato é sobre a questão da políticas de cotas. Você pode até ser contra essa política, mas não dá para aceitar passivamente a explicação do candidato para os critérios de elegibilidade segundo as políticas de cotas. (Para entender como funciona a política clique aqui).

Em entrevista no programa Roda Viva, Jair Bolsonaro afirmou “os portugueses quase não pisavam na África, eram os próprios negros que entregavam outros negros.” É verdade que os portugueses não inventaram a escravidão africana, antes dos portugueses, os árabes e alguns reinos africanos já tinham um mercado escravagista. Mas, os portugueses além de se beneficiar do mercado já existente, ampliaram significativamente o mesmo: Construíram entrepostos gigantescos, navios para o tráfico de escravos, rotas de mercado, leilões de pessoas nas Américas e uma série de outras coisas. E muito antes de estabelecerem o comércio escravagista com os reinos africanos, os portugueses já  faziam campanhas para capturar escravos. Para efeito de comparação é como o caso de Pablo Escobar que não inventou o tráfico de drogas, mas o elevou à um alcance nunca visto ou Hitler que não inventou o genocídio, mas matou 6 milhões de judeus (Neste vídeo, o escritor Eduardo Bueno explica sobre o episódio). Um candidato que renega a própria história do país simplesmente por posições ideológicas não está preparado para assumir o cargo mais importante da nação. 

8 – Bolsonaro não tem a vida pública tão cristalina quanto diz

Dois episódios ilustram muito bem isso. O primeiro é o caso da “assessora parlamentar” Walderice Santos da Conceição. Funcionária fantasma de Bolsonaro que trabalhava como caseira do ex-deputado, ou seja, Bolsonaro pagava uma funcionária particular com dinheiro público (link aqui). Na primeira visita do jornal “Folha de SP” o deputado deu a desculpa que a sua assessora estava de férias, mas na segunda vez, quando a reportagem foi averiguar novamente, a funcionária esteve em horário de expediente vendendo açaí em um pequeno comércio em Angra dos Reis. A repercussão foi tanta que Walderice pediu exoneração do cargo.

O segundo foi o dinheiro recebido por Bolsonaro da empresa JBS. Nas eleições de 2014 Bolsonaro recebeu R$ 200 mil da empresa (esta notoriamente envolvida em casos de corrupção). Ao saber do valor depositado na sua conta de campanha, imediatamente Bolsonaro pediu para o dinheiro ser estornado para o partido, na época o PP, e no mesmo dia o valor de R$ 200 mil, referente ao Fundo Partidário, foi depositado em sua conta, e nisso não há nenhuma irregularidade. Ponto para Bolsonaro certo?! Sim e não! De fato, foi uma atitude correta do parlamentar estornar para a conta do partido, mas o que me deixa com a “pulga atrás da orelha” é, se Bolsonaro sabia de toda essa patifaria que acontecia entre a JBS e os parlamentares porque em nenhum momento fez uma denúncia? Como o reverendo Martin Luther King Jr falou certa vez: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” O candidato que sempre se mostrou como baluarte da honestidade no parlamento não fez nada mesmo sabendo que os seus colegas de partido recebiam dinheiro indevido.

Em reportagem, a Folha mostra como o patrimônio da família Bolsonaro saltou e hoje vale aproximadamente R$ 15 milhões. Segundo a reportagem seria incompatível com os rendimentos do clã na política. Segue o link e tirem as suas próprias conclusões.

Enfim…

Eu não tenho dúvidas que a maioria dos eleitores votam com a esperança de dias melhores, tantos os que pensam em votar Bolsonaro quanto os que não. É verdade que o país encontra-se em um momento deplorável, com níveis endêmicos de violência, com a educação jogada as traças e a saúde sucateada, com milhões de desempregados e as famílias endividadas. Entendo os fenômenos que alçaram Jair Bolsonaro, um deputado do baixo clero, à postulante da presidência da república. Mas o voto em Jair Bolsonaro é o voto da ignorância, da contradição e do ódio, e não há voto consciente quando envolvido nessas três variáveis.

Você eleitor do Bolsonaro, se for consciente, pode até discordar de um ou outro ponto deste post, mas não pode negar que são muitas variáveis que o candidato patina. Há sim esperança de recuperarmos a nossa pátria, mas não é votando em um candidato com esse perfil que vamos conseguir. O seu voto vai ser responsável pelo país nos próximos 4 anos.

Vote na esperança e não no ódio, não vote em Jair Bolsonaro. Lembre-se a responsabilidade está na sua mão.

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Tipos de supervilões

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Supervilões são em suma a antítese dos super-heróis, são os seus maiores desafios, e é justamente o embate com os vilões que os tornam os heróis que conhecemos. A cultura pop já produziu uma infinidade de vilões interessantes, onde sem eles, seus respectivos opostos provavelmente não seriam nada. Alguns vilões são tão bem construídos, possuem motivações tão verdadeiras, que nos afeiçoamos a eles, muitas vezes até torcemos por eles.

Alguns heróis só possuem o status que têm justamente por sua galeira de arqui-inimigos. Imagine o Batman e o Homem-Aranha sem as suas galerias de vilões. O que seria de Superman sem Lex Luthor?

A vilania tem uma série de aspectos, origens e motivações e hoje vamos ver os principais tipos de vilões.

1 – Chefão do Crime

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Os famosos mafiosos, líderes de gangues, políticos corruptos e etc. Estes são um dos tipos mais comuns de vilão. Estão no crime por poder e dinheiro, mas existem casos com outras motivações. Estes tipos de vilões controlam facções criminosas, compram as autoridades e controlam territórios em cidades (poucos tem alcance maior).
Ex: Rei do Crime, Pinguim, Máscara Negra.

2 – Gênio do Crime

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Esta categoria é marcada por vilões de altíssimo intelecto e engloba desde cientistas insanos que cometem crimes pela “ciência” ou qualquer outro tipo de vilão que utiliza da sua magnífica inteligência para orquestrar os seus planos que vão da dominação global à simples vingança.
Ex: Lex Luthor, Caveira Vermelha, O Líder, Dr Octopus.

3 – Conquistador de Mundos

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Geralmente são seres com imenso poder e/ou regentes de impérios galáticos. Possuem imensos recursos, subordinados poderosos e a maioria tem poderes titânicos.
Ex: Darkside, Mongol, Thanos.

4 – Servo

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Alguns vilões poderosos (ou não) servem à uma ameaça ainda maior. Essa ameaça pode ser um deus maléfico, uma entidade, uma seita e etc. Servos geralmente servem para preparar os arcos para um inimigo maior.
Ex: Lobo da Estepe, Ordem Negra e Surfista Prateado.
5 – Mercenário

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O Mercenário só está nessa de vilania por dinheiro. Enquanto o circo pega fogo ele só pensa em lucrar, e não importa a missão ou o alvo, se tem grana rolando o mercenário faz a festa. Alguns até possuem códigos de conduta, mas a maioria é mercenário no amplo sentido da palavra.
Ex: Mercenário, Slade, Pistoleiro.

6 – Herói Caído

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Como diria o Duas Caras “Basta um dia ruim para se tornar um vilão”. Muitos heróis já passaram por situações tão traumáticas que passaram para o outro lado. Outros possuem uma visão de mundo tão diferente dos demais que são vistos como vilões.
Ex: Sinestro, Anjo, Parallax (Hall Jordan).

7 – Vingativo

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O vingativo é o personagem que, por algum motivo, culpa o herói, pela sua condição, fracasso ou por algum episódio traumático. Sem conseguir absorver muito bem o trauma, transforma a raiva em combustível para a sua vingança pessoal contra o seu alvo.
Ex: Venon (Eddie Brock), Fanático.

8 – Inteligência Artificial

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Outro tipo clássico e poderoso de vilão são as Inteligências Artificiais. Possuem diversas origens, algumas foram criadas para ajudar a humanidade e a coisa desandou, outras foram criadas para conquistar mundos. São sempre imensos desafios e não podem ser destruídas completamente, pois conseguem replicar ou se espalhar por outros avatares.
Ex: Ultron, Brainiac.

9 – Empresário Ambicioso

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Algumas pessoas são movidas a dinheiro e poder e o tipo de vilão que mais representa isso são os Empresários Ambiciosos. Possuem imensos recursos, desde tecnologia de ponta, até a contratação de mercenários. Desejam aumentar o seu poder e sua fortuna e recorrem a meios escusos para isso.
Ex: Norman Osborn, Lex Luthor.

10 – Deus

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O que pode ser mais ameaçador que uma divindade? Deuses são algumas das maiores ameaças das HQs. Muitas vezes vários heróis se unem para enfrentá-los devido o tamanho do desafio.
Ex: Loki, Ares.

11 – Demônio

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O tinhoso e a sua turma são vilões recorrentes nas HQs, principalmente naquelas com apelo místico. São mestres da manipulação, concebem poderes místicos, possuem servos poderosos e sempre se mostram poderosos inimigos.

Ex: Trigon, Nefisto, Blackheart.

12- Entidade Cósmica

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Uma Entidade Cósmica tem poderes equivalentes à um deus, às vezes, até maiores. A diferença é que geralmente os deuses pertencem à algum tipo de mitologia (grega, nórdica, egípcia e etc) e as entidades cósmicas surgem da inventividade do autor. Alguns devoram planetas, outros querem destruir o universo e tem até os viciados em jogos. Na maioria das vezes são vilões formidáveis.
Ex: Fênix Negra, Antimonitor, Galactus.

13 – Terrorista

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Esse tipo não está na vilania por poder ou riqueza, mas por defenderem seus ideias, que na maioria das vezes são vistos de forma contrária pela sociedade. Nas mãos de bons roteiristas, personagens deste tipo rendem grandes arcos. Alguns são tão carismáticos que se tornam mais interessantes que os heróis.
Ex: Sinestro, Magneto.

14 – Regente Megalomaníaco

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Dentro dos seus castelos ou quartéis generais, os Regentes Megalomaníacos anseiam por aumentar o seu poder, seja na forma de ampliação das suas fronteiras, seja impondo terror à outras nações. Alguns destes vilões são temidos no resto do mundo, mas amados em seu país, outros tratam o seu povo como propriedade. Até ditadores reais já foram utilizados nas HQs. Adolf Hitler foi um recorrente inimigo nas histórias em quadrinhos dos anos 40.
Ex: Dr Destino.

15 – Adversário

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Esse tipo de vilão pouco se interessa por poder ou dinheiro, o que ele quer é provar que é melhor que o herói, seja em atributos intelectuais ou físicos. Para eles, os heróis são grandes desafios a serem superados. Tornam-se perigosos, pois na maioria das vezes conhecem os pontos fracos dos heróis.
Ex: Craven, Bane.

16 – Organização Governamental

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Nem sempre eles são os mocinhos da história, em muitos arcos as Organizações Governamentais são justamente o contrário do que deveriam ser e se mostram como adversários dos heróis. E muitas vezes vale tudo para a proteção do Estado, da utilização forçada de criminosos à manipulação genética em crianças e várias outras atitudes dignas dos mais sádicos vilões.
Ex: CADMUS, SHILD, Projeto Sentinela.

17 – Seita

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Servindo à um mal maior ou criada para a manutenção de um poder secular, as seitas lutam das sombras e seus “tentáculos” se estendem de empresas à agências do governo. Possuem valorosos recursos e soldados disciplinados.
Ex: Tentáculo, Corte das Corujas

18 – Psicopata

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Todo vilão (e alguns heróis) possuem certo grau de psicopatia, porém o vilão psicopata se difere dos outros pela necessidade de matar sem nenhum objetivo aparente, só pela simples e pura necessidade do homicídio. Alguns vilões desse tipo são extremamente inteligentes e se mostram como um grande desafio aos heróis.
Ex: Coringa, Dentes de Sabre.

19 – Igual/Oposto

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O Igual/Oposto é outro tipo bastante recorrente de vilão nas histórias. Trata-se de todo vilão que possui características em comum com o herói, mas suas motivações, origens ou ponto de vista os levaram para caminhos opostos. Pode ser um gêmeo malvado, um clone, um colega de treinamento e etc.

Ex: Flash Reverso, Caveira Vermelha.

20 – Criatura do mal

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Criaturas do mal são aqueles seres que foram criados com um único objetivo: Destruir o herói. Podem ser criados através de magia ou de engenharia genética e geralmente possuem modificações que os colocam em vantagem contra o herói.

Ex: Apocalypse.

21 – Primeiro/Último da Espécie

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Esse tipo de vilão ou deseja que sua espécie seja a dominante ou deseja se vingança pelo extermínio dos seus pares.

Ex: Apocalipse, Drácula.

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Idolatria causa cegueira

O Ministério do Bom Senso adverte: Idolatria causa distorção da realidade.

Fans react as U.S. singer Mayer performs at the Rock in Rio Music Festival in Rio de Janeiro

Observação: Antes que eu me esqueça, este não é um post de teor religioso, mas se propõe a analisar o fenômeno social.

Resolvi abordar esse assunto depois da forte repercussão do caso da Bel Pesce e Izzy Nobre. Eu havia escrito um texto falando da idolatria de alguns fãs da Bel Pesce, mas resolvi apagar e criar um texto mais amplo sobre a questão e eis que aqui está.

Um dos fatores que mais me chamou atenção na história foi a veemência com que os fãs da empresária a defendiam. Mesmo diante de fortes evidências que colocavam em cheque a história da menina do vale, eles preferiam afirmar que tudo se tratava de inveja das pessoas que não gostavam do trabalho da sua ídolo. O caso em si serviu para evidenciar, no mínimo duas situações claras: 1 – Como nós, muitas vezes, aceitamos passivamente o que é nos dito, sem fazer uma investigação prévia que mostre a credibilidade de algo. 2 – Como construímos ídolos para nos servir como referência, e como não estamos preparados para encarar certas verdades inconvenientes a respeito das falhas desses ídolos.

O caso em questão foi citado por ser um caso relativamente recente, mas são inúmeros os exemplos. Desde o seu amigo comunista que não aceita que o mito Che Guevara foi um sanguinário senhor da guerra, aos fiéis fanáticos que acham que líderes religiosos como Edir Macedo, Silas Malafaia e o próprio Papa são infalíveis. Na política, volta e meia aparece um salvador da pátria, alguém infalível e acima de qualquer suspeita, até que um esquema de corrupção é descoberto e lá se vai aquela áurea de pureza.

Quando se atribui tanta importância assim à alguém, corre-se o risco de achar justificativa para todas as ações, mesmo as mais hediondas, do ídolo. Com muito carisma e um discurso radical que Hitler cegou toda uma nação (até partes mais instruídas da sofisticada sociedade alemã aderiram ao nazismo). Hoje vemos uma legião de fanáticos se regojizando com os discursos inflamados, porém vazios de um Donald Trump. Aliás, já notaram quanta semelhança nos discursos de Trump e de Hitler? Pois é, isso dá medo.

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Hitler e Trump possuem tantas semelhanças em seu discurso que dá medo.

Aqui no Brasil muitos daqueles que atacam a militância do PT pelo seu fanatismo a favor de Lula, construíram um mito sob a figura de Jair Bolsonaro, ou melhor Bolsomito. Não adianta mostrar por A + B que determinada ideia ou declaração deste ou daquela pessoa foi infeliz, se esta esta no hall dos “ídolos” tudo será justificado, na maioria das vezes com justificativas toscas e sem fundamento.

Ter uma pessoa que nos inspire não é algo negativo, pelo contrário, pode servir como referência, como um guia por um caminho a ser trilhado. No entanto é preciso coerência, saber que todo ser humano é falível e não adianta, uma hora ele cometerá um erro, e nessa hora você precisa ser bastante crítico e reconhecer que o seu ídolo errou. Ter uma referência não quer dizer que você deve concordar com todas as ideias daquela pessoa, que você não deve questionar as suas colocações, que você deve aceitar tudo passivamente. Lembre-se que um ídolo, por mais fantástico e inspirador que ele seja, ele é apenas um ser humano, com sua virtudes, mas também com os seus defeitos, e que muitas vezes aquele ser iluminado que te inspira é mais um ideia do que algo concreto. Saiba absorver o que há de benéfico e excluir o que há de negativo. E acima de tudo, seja um ser pensante e não apenas uma cópia de alguém.

Até o próximo post!

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#VotaDireito

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No próximo dia 2 de Outubro teremos as eleições municipais onde escolheremos os nossos representantes para os cargos de Prefeito e Vereador, então o Willy Blog preparou um post que tem como objetivo orientar você para um voto mais consciente e assertivo. Separei cinco tópicos que devemo ter como base na hora de ir às urnas. O peso que cada um tem na escolha do eleitor vai depender do próprio eleitor, mas é um ótimo mapeamento do que se deve levar em consideração na hora de fazer a sua escolha.

1 – Projeto ou propostas

Os candidatos devem ter um plano de governo bem definido, isso é o que eu chamo de projeto. Neste plano incluem-se as propostas para as áreas de responsabilidade do cargo em disputa, como por exemplo saúde pública, educação e etc. Muitas vezes escolhemos mal os nossos candidatos, pois não avaliamos esse tópico com a devida importância, nos interessando mais na pessoa do que no projeto.

Neste tópico deve-se avaliar com muito cuidado as promessas feitas pelo candidato, se estas são viáveis e compatíveis com o cargo. Por exemplo: Desconfie de um prefeito que promete mais segurança, pois essa é uma atribuição do Governo do Estado, o prefeito pode ajudar melhorando a iluminação, colocando câmeras na cidade e etc; Desconfie também de promessas genéricas, pois todos fazem. Cobre planos concretos e sóbrios para resolver problemas. Muitos candidatos afirmam que vão acabar com o problema, mas não dizem como.

É importante tomar cuidado com promessas mirabolantes ou que não sejam prioridade, como a construção de um grande obra ou a contratação de milhares de servidores público. O novo candidato precisa mostrar que conhece o quanto o município arrecada e quanto a prefeitura tem de dinheiro disponível para investir.

2 – Currículo

Neste quesito avaliaremos os trabalhos anteriores do candidato. Se ele conhece o cargo para o qual vai se candidatar, em caso de reeleição, como foi o mandato(s) anterior(es), se os seus trabalhos anteriores o capacitam para a nova função. Por exemplo, alguém que tenha feito um grande trabalho na administração pública (como secretários, ministros e etc) ou administradores de grandes empresas, podem ser uma escolha interessante para o cargo de prefeito (um cargo com perfil mais administrativo). Ou alguém que entenda do que defende para o cargo de vereador, como um professor que tem como plataforma a educação, ou um artista que defende a cultura e etc.

Caso seja um político de carreira, é interessante avaliarmos como foi o seu trabalho em cargos anteriores, se o seu trabalho foi relevante e etc. É importante lembrar que nem sempre o candidato deve ter ocupado um cargo político ou público, muitas vezes um candidato com importante trabalho social pode ser uma escolha viável, como um líder comunitário, presidente de ONG e etc.

3 – Ficha/Passado Político

No tópico acima descrevemos aspectos mais técnicos, neste tópico abordaremos aspectos mais éticos. Apesar da Lei Ficha Limpa, muitos políticos conseguem se candidatar mesmo tendo culpa no cartório, pois muitas vezes a justiça falha, ou há interesses políticos envolvidos. Verifique se o candidato está envolvido em esquemas de corrupção, suas alianças ou padrinhos políticos, se ele defende o interesse do eleitor ou de empresários e etc.

Outro ponto que é interessante avaliar é se o candidato em questão, caso seja um político de carreira, costuma concluir os seus mandatos. Muitas vezes o candidato se elege, mas logo depois vai ocupar outro cargo na administração pública, ou se elege para outro cargo, deixando assim um suplente que muitas vezes não representa os valores ou plataforma pelo qual ele foi eleito.

Infelizmente vemos muitas bizarrices no nosso cenário político, por causa que não avaliamos esse tópico. Como no caso de um traficante que conseguiu se candidatar a vereador. Lembre-se que essas pessoas serão responsáveis pelo seu futuro nos próximos 4 anos, pelo menos.

4 – Partido

Hoje os partidos políticos estão vivendo uma crise de identidade, pois muitos abriram mão da sua base ideológica para atraírem mais eleitores. Muitos apenas se tornaram agremiações de pessoas com interesses de ocupar cargos, mas o partido não possui uma agenda bem definida. Ainda assim é interessante analisar se a posição política (legalização do aborto, da maconha, redução da maioridade penal e etc) defendidas pelo partido são semelhantes com a sua.

5 – Governabilidade

Esse é um tópico tão polêmicos quanto mamilos, pois a importância depende de eleitor para eleitor, mas é importante abordá-lo aqui.

Em muitos casos o governante do executivo tem problemas para administrar pois não tem uma base aliada com tamanho suficiente para aprovar as medidas propostas por ele. Isso ficou muito claro no nosso Congresso nos acontecimento pré-impeachment, mas pode ser decisivo também no mandato municipal. Muitas decisões do prefeito só vão adiante se forem aprovadas pelos vereadores, como a aprovação de Lei Orçamentárias ou alterar impostos e tributos.

O erros mais comuns do eleitor

  • Confundir a pessoa com o político. Muitos políticos ruins ou corruptos são carismáticos.
  • Votar em quem está ganhando. Pelo menos no primeiro turno, o que vale é sua primeira escolha.
  • Votar em esquisitões para protestar. Eles podem ser piores que os que motivam protestos.
  • Votar em alguém somente porque compartilha algo com ele (mesmo bairro ou religião).
  • Votar em alguém que é famoso. Todos os anos milhares de famosos ou subcelebridades se candidatam se apoiando exclusivamente na sua fama.
  • Votar em cima da hora. Escolher o candidato em cima da hora geralmente é um erro, pois muitas vezes não se tem a verdadeira noção do histórico deste. É importante se informar com antecedência sobre a trajetória e propostas do seu candidato.
  • Trocar o voto por um presente ou um favor do candidato.

Desconfie

  • Quando um candidato jovem afirma que defende a nova política. Muitos candidatos jovens são apadrinhados de velhas raposas da política ou não apresentam propostas para mostrarem essa tal de nova política.
  • Enriquecimento misterioso. Apesar de muitos privilégios, os políticos possuem salários. Desconfie se em pouco tempo um político apresente patrimônio ou estilo de vida incompatível com o que recebe como político ou em outros negócios.
  •  Alianças estranhas. Muitos políticos são inimigos confessos, porém, muitas vezes estes de repente se tornam aliados. Quando isso ocorre as probabilidades de ser um aliança meramente eleitoreira são enormes.
  • Patrocinadores. Verifique que empresas ou pessoas estão patrocinando a campanha do candidato, pois muitas vezes os interesses desses patrocinadores estarão a frente dos seus.
  • Mudança ideológica brusca. Não tem nada de errado a pessoa mudar de ideia sobre algo, mas se essa mudança acontece de forma repentina é por que tem motivos eleitoreiros. Muitos desses candidatos possuem uma forte equipe de marketing, que fazem pesquisas constantes para avaliar a aceitação do público sobre uma determinada ideia ou perfil.
  • Obras Eleitoreiras. Prática comum dos nossos governantes. Muitos deixam as obras e projetos acumularem e só as inauguram perto das eleições, para dá impressão ao povo de que estão trabalhando.
  • Falta de transparência. Veja se o seu candidato publica os valores da sua campanha de arrecadação e os gastos, da onde vem esse dinheiro e quando perguntado sobre um tema polêmico qual a sua opinião. Se ele fugir destas perguntas ou não torná-las públicas é porque aí tem coisa.

Se informe

A Internet está repleta de sites e ferramentas para buscar informações dos candidatos. Abaixo uma lista dos principais.

Tribunal Superior Eleitoral  (www.tse.gov.br): Dados do patrimônio dos candidatos e do tamanho de sua campanha eleitoral.

Transparência Brasil (www.transparencia.org.br): Oferece informações sobre os principais candidatos à Câmara dos Deputados, como funções públicas que já exerceram, número de faltas, declaração de bens, doadores de campanha, menções publicadas na imprensa sobre casos de corrupção e referência dos processos judiciais em que o candidato aparece.

Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (www.diap.org.br): Ong que monitora a atuação de senadores e de deputados federais; disponibiliza listas com os parlamentares mais atuantes e mais influentes.

Prefeitura do seu município (vai no Google): Notícias sobre os atos do prefeito, espaço para enviar mensagens, íntegra de discursos e links para outros órgãos.

Câmara Municipal do seu município (vai no Google): Dados sobre os vereadores, projetos, discursos e dados para contato.

Site ou rede social da campanha dos candidatos(vai no Google): Projetos e propostas do candidato, agenda e outras informações.

Enfim, munidos de todas as informações importantes, nosso voto será mais assertivo e consciente. É bom lembrar que antes de morarmos em um país, moramos em uma cidade, e que as eleições municipais são tão importantes quanto as eleições gerais. Vote consciente, pois os políticos eleitos serão responsáveis por parte significativa da nossa vida nos próximos 4 anos. Nós podemos mudar o quadro que estamos!

Compartilhe esse Manifesto, para que ele chegue no maior número de pessoas, para que juntos criemos uma consciência de que há sim jeito no nosso país e toda a transformação começa pelo nosso voto.

Um boletim de voto tem mais força que um tiro de espingarda – Abraham Lincoln

Fonte: Superinteressante

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A vaca que naufragou

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A Cow Parade é um dos  maiores eventos de arte a céu aberto do mundo. A mostra é realizada desde 1999 e em sua nona edição , a exposição chegou à Belém como uma homenagem aos 400 anos da cidade, que foram completados em janeiro de 2016. A mostra exibe as peças em forma de vacas que foram pintadas à mão por artistas plásticos.

O fato que ganhou repercussão nacional, foi o fato de uma das vacas, de autoria do artista plástico Jocasto, foi pichada com a palavra naufrágio, supostamente em protesto ao adicente de uma embarcação em Barcarena (município próximo à Belém) e que segue sem resolução até hoje. No acidente em questão milhares de bois morreram afogados, as águas poluídas, peixes morreram prejudicando aqueles que vivem da pesca na região, o porto foi interditado trazendo grandes prejuízos à economia da região. O dano socioambiental para os moradores dos municípios de Barcarena e Abaetetuba soma R$ 71 milhões em indenizações que ainda não foram pagas.

Um vídeo circula na Internet mostrando o exato momento onde uma mulher picha a obra. O ato divide opiniões. Para uns foi uma forma genuína de protesto, para outros mais um ato de vandalismo que mancha a imagem da cidade. Como se pode ver no artigo Pichação é Arte? eu tenho uma opinião bem particular do assunto.

Temos que levar em consideração que a arte não pertence ao artista, mas às pessoas. Essa exposição das vacas, serve para aproximar as pessoas da arte, mas também serve para que as pessoas se apropriem dela, como foi o caso.
De fato, foi algo subversivo, muita gente viu com escárnio o ato em si, mas imaginem o poder de expressão deste simples ato? Tenho certeza que a “contribuição” ficou mais marcada que a própria obra em si.
A arte também serve como manifesto. Vi muito mais significado na vaca pichada do que em todas as outras, não pela questão estética já que as obras são muito bonitas, mas por toda a carga simbólica em si.

Não podemos ver esse ato simplesmente como uma obra de vandalismo, foi uma expressão genuína, um protesto por algo importante. A mulher não pichou algo sem sentido ou meramente uma expressão pessoal, mas acordou as pessoas para um fato que segue SEM RESOLUÇÃO ATÉ HOJE.

O objetivo deste post não é incentivar o vandalismo, mas fazer com que reflitamos sobre algumas formas genuínas de intervenção. Se a arte tem como objetivo despertar sentimentos nas pessoas, esse ato de pichação cumpriu eficazmente o seu objetivo.

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Publicado em Mundo

Porque a Zebeléo foi para o beleléu

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Observação: O post não se propõem a fazer juízo de valor dos envolvidos no projeto, mas apenas analisar os motivos pelo qual a campanha não deu certo. 

Um dos assuntos mais comentados dos últimos dias é o caso do crowdfunding da hamburgueria Zebeléo dos empreendedores Bel Pesce (palestrante e escritora que aborda temas referentes ao empreendedorismo), Leonado Young (vencedor do Master Chef 2016) e Zé Soares (Youtuber do canal Do Pão ao Caviar). A história todo mundo já está cansado de saber, mas se você esteve em uma bolha nos últimos dias aqui vai um resumo: Na mesma semana que o Leonardo Young ganhou o Master Chef (um dos programas de maior audiência da TV) os três lançaram uma campanha no Kickante para levantar fundos para viabilizar o lançamento de um restaurante. No primeiro dia o projeto já havia arrecadado cerca de 15 mil reais, porém, após uma enorme repercussão negativa a campanha foi cancelada.

Abaixo vou listar, o que na minha opinião, foram os fatores para que a campanha não desse certo e toda a repercussão negativa que gerada através do projeto.

Comunicação Falha

O primeiro ponto de destaque no naufrágio da campanha foi a comunicação e o marketing. Primeiro que o nome Zebeléo é ruim, e não casa com a proposta de um restaurante que vai trazer um novo conceito, aliás essa parte em si da campanha, esse novo conceito, ficou muito confuso. Eles vendem a ideia de um restaurante disruptivo (palavra da moda no meio do empreendedorismo), mas não dá para saber com exatidão do que se trata. O vídeo peca por ter um grande apelo emocional, mas sem mostrar claramente os detalhes do projeto.

Outro ponto que merece a ressalva foi a questão da campanha de pré-lançamento. Posteriormente nas redes sociais a Bel Pesce diz que as pessoas não entenderam a proposta e que não era uma campanha para conseguir dinheiro para abrir o negócio, mas uma campanha de pré-lançamento. O problema é que em certo momento do vídeo o Leonardo Young fala que quer que o projeto seja o primeiro restaurante no mundo viabilizado pelo crowdfunding, fala que não combina muito com uma campanha de pré-lançamento.

As pessoas não entenderem muito bem a proposta do projeto e isso se deve por uma comunicação superficial. Em um vídeo de quase 9 minutos deve ter tempo suficiente para mostrar os detalhes mais importante do projeto, não mostrou.

Falta de Timing

A estratégia parecia infalível: Abrir a campanha na mesma semana que o Leonardo Young participaria da final do Master Chef. Sem dúvida uma estratégia muito interessante, principalmente pela visibilidade gerada pelo programa e pelo enorme buzz que ele gera nas redes sociais. Aproveitar isso sem dúvida seria algo fantástico, se não fosse o fato do Young ter vencido a final e ter faturado um prêmio de R$ 150 mil. Lógico que as pessoas fazem associações, e a associação que foi feita é: “para quê uma pessoa que acabou de ganhar um grana dessa e que se junta com outras pessoas que tem recursos próprios suficientes para bancar o projeto, vai precisar do dinheiro dos outros?”. Se é amoral ou não, esse não é o ponto do texto, mas levando em consideração o pensamento do brasileiro, isso pareceu oportunismo.

Recompensas

Quando se investe em um projeto de financiamento coletivo se espera uma recompensa justa, de acordo com o valor investido. No caso da Zebeléu, oferecer chaveiros, adesivos, passaporte carimbado e um combo hamburguer + fritas + refri + sobremesa pagando R$ 150 ou um passeio gastronômico no Peru pela bagatela de R$ 10 mil, não parece recompensas muito justas.

Crowdfunding no Brasil

O crowdfunding ainda não é tão popular no Brasil como em alguns países, por isso é preciso levar em consideração o desconhecimento do grande público para isso. Lendo os comentários das pessoas nas redes sociais, muitos, não sei precisar quantos, mas muitos mesmo, acredita que o financiamento coletivo é uma ferramenta para ser usada por projetos que tragam algum tipo de transformação social ou para projetos que não possuem outra forma de se concretizarem, o que não se enquadra no caso da Zebeléo. Lógico que o crowdfunding é muito mais que isso, inclusive pode ser usado como pré-venda, como foi anunciado posteriormente, mas deve-se levar em consideração o que pensa o senso comum, em especial quando consideramos o nível de exposição dos três.

Exposição da Imagem

Vendo o vídeo de divulgação da campanha no Kickante, dá para perceber que a estratégia foi mais apoiada na imagem dos três e em seus outros projetos, do que na concepção da hamburgueria em si. Algo natural, até pelo nível de exposição que eles possuem, mas o tiro saiu pela culatra. Primeiro, como já foi abordado, o Leonardo Young havia acabado de ganhar um considerável prêmio em dinheiro; a Bel Pesce é uma “guru do empreendimento”, mas na hora de colocar dinheiro do seu bolso e correr os riscos que todo empreendedor corre, mostrou uma atitude pouco coerente com o que defende. Se fosse uma campanha feita por pessoas com pouca visibilidade, ou deles mesmos em um outro momento, as probabilidades de dar certo seriam maiores.

Enfim…

Algo recorrente na história de grandes empreendedores é o erro, o equívoco e às vezes o fracasso. Saber lidar com isso, aprender e tirar algo positivo de uma experiência frustrante pode ser recompensador. Pelo que foi divulgado, os três continuarão com o projeto, mas creio que tentarão viabilizá-lo por meios mais tradicionais ou com recursos próprios. Creio que ficou o aprendizado. Serve também para todos que estão pensando em levantar fundos pela plataforma.

Estou, já faz algum tempo, preparando um post muito interessante sobre crowdfunding. Se você quiser saber mais sobre essa ferramenta fique ligado no blog.

 

 

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A Batalha dos Talk Shows

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O late-night talk show é um formato de programa de origem norte-americano que nasceu em meados dos anos 50 e se popularizou no Brasil no final dos anos 80 com o programa Jô Soares 11 & Meia. Na terra do Tio San é um dos formatos mais assistidos, longevos e de sucesso e tem (ou teve) nomes de peso como David Letterman, Oprah Winfrey, Larry King, Jimmy Fallon, Ellen DeGeneres e etc. Para se ter ideia, o formato é tão onipresente que as três principais emissoras do país (ABC, CBS e NB) possuem programas semelhantes na mesma faixa de horário, disputando ponto a ponto a audiência.

Aqui no Brasil, durante muitos anos o programa apresentado por Jô Soares foi o único do gênero na TV aberta, até que em 2011 estreou na Band o Agora É Tarde apresentado por Danilo Gentili. Hoje vemos um interesse cada vez maior das emissoras pelo formato e a exemplo dos Estados Unidos, as três grandes emissoras do país estão com programas late-night talk show na mesma faixa de horário: O The Noite no SBT, o Programa do Porchat na Record e o Adnight na Globo (este último fica no lugar do Programa do Jô).

Além de herdarem o legado deixado pelo programa do apresentador Jô Soares, Fábio Porchat, Marcelo Adnet e Danilo Gentili (este último um veterano) revigoram o formato através da relação com um público mais conectado, onde audiência é parte importante de mensuração, mas não a única.

No momento a Band não conta com um programa do gênero e aparentemente não tem planos para criar um ou trazer de volta o finado Agora É Tarde. Mas com a aquecida do formato e luta pela audiência e anunciantes pode fazer com que a emissora mude de ideia.

A batalha está armada e o carisma do apresentador, o nível dos convidados e o nível de produção farão a diferença – nestes quesito a Globo leva vantagem, mas tudo está em aberto. Vamos ver o que nos reserva as madrugadas televisivas.

Avaliação dos Programas

11ad0-the_noite_primeira_semanaThe Noite (SBT)

O The Noite é um programa já consolidado que está em seu segundo ano. Conta com integrantes que foram do Agora É Tarde e tem mantido e até feito mais sucesso que o seu correspondente da Band. O programa tem sido bem sucedido e atingido ótimos resultados em termos de audiência, muitas vezes ultrapassando a Globo.

A atração conta com ótima produção e elenco e já foi premiada no Troféu Imprensa por duas vezes. Hoje é o representante da categoria a ser batido e pelo que parece vai continuar assim por um bom tempo.

fabio-porchat-10-2Programa do Porchat (Record)

O Fábio Porchat é um comediante que tudo mundo conhece da Internet, cinema e TV a Cabo, porém é quase um desconhecido para quem vê TV aberta, mesmo ele tendo participado de programas como Esquenta e A Grande Família.A proposta inicial era que a sua presença atraísse o público mais jovem, a galera conectada. A Record promete um grande investimento, produção de primeira e liberdade criativa.

A minha opinião a estréia foi bem ruim, apesar da audiência dizer o contrário. As entrevistas não foram boas, o programa não tem quadros interessantes e não mostrou nada novo ou relevante, apenas mais do mesmo. O segundo dia o, a entrevista com o Tiririca até que rendeu algumas risadas e o “Florentina Acústico” foi um ponto alto, mas parece que o Porchat não tem afinidade com o formato, parece perdido, está faltando quandros e o elenco de apoio pouco ajuda. O fato é que o programa precisa evoluir, caso contrário não conseguirá fazer frente à concorrência.

marcelo-adnet-1Adnight (Globo)

O genial Marcelo Adnet tam a difícil missão de substituir Jô Soares nas madrugadas. Talento ele tem de sobra para isso. Mas se levarmos em consideração a estréia, as coisas precisam melhorar.

O programa estreou, teve alguns momentos engraçados, mas no total foi chato, ainda mais pela escolha do primeiro entrevistado e único da noite, Galvão Bueno. O Adnet até que tem carisma e sua imitações renderam algumas risadas, mas o programa foi sem graça, ainda mais com toda a babação de ovo em cima do Galvão. O programa até que foi bem produzido, mas a audiência foi um fiasco. Tido como grande promessa, a criatividade de Marcelo Adnet parece que não apareceu na estréia e  o público não polpou críticas à atração.

Parece que o Danilo Gentilli tá rindo atoa.

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Publicado em Comunicação

Como fazer lançamentos na WEB

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Hoje é comum vários anúncios de conteúdos na Internet que nos mostram os caminhos para o empreendedorismo digital, principalmente voltado para a área educacional. São milhares de cursos sobre empreendedorismo, criatividade, coaching e etc. Somos bombardeados por esse tipo de conteúdo diariamente e na maioria dos casos eles possuem estratégias semelhantes. Esses empreendimentos digitais, geralmente seguem as estratégias da Fórmula de Lançamento, e depois de ser bombardeado com inúmeros materiais (alguns bons e outros ruins) desses novos gurus ou empreendedores digitais, consegui entender o padrão. Então hoje vou compartilhar com vocês alguns desses hacks.

Conteúdo Multiplataforma

O principal ponto trabalhado nos lançamentos de produtos digitais é o conteúdo (claro!). Este precisa ser relevante e de preferência ser apresentado por alguém que possua experiência e autoridade sobre o assunto, como por exemplo o comediante Murilo Gun que fala de criatividade, ou o jogador de poker Gabriel Goffi que aborda a alta performance, e vários gurus que falam de empreendedorismo. E o próprio conteúdo neste tipo de negócio é a principal ferramenta de marketing e a divulgação, pois através do contato com este que o público irá se interessar e consumir os outros produtos.

Deve-se apresentar o conteúdo em várias plataformas, potencializando assim o alcance do público e a interação com este. Abaixo os principais meios e como eles são usados.

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Site do curso Aprendizagem Criativa de Murilo Gun

1 – Site Pessoal

Todo empreendedor digital que se preze deve ter no mínimo um site pessoal decente, em termos de lançamento para WEB este site se chama Página de Captura. Esta é a plataforma base, pois oferece ao indivíduo o produto vendido pelo empreendedor/guru digital. A página também pode agregar todos os outros canais de conteúdo deste. O site deve ter um bom conteúdo, design funcional e fácil navegabilidade. Muitos destes abrem com um pop-up de uma lista de e-mail ou com um vídeo explicando o seu produto;

livro

Livro Digital ou E-book

2 – Livros

Como, algumas vezes, o empreendedor digital precisa provar que ele é uma autoridade no assunto que aborda, muitos disponibilizam gratuitamente livros onlines, porém, na maioria das vezes, para ter acesso ao livro precisa-se assinar uma lista de e-mails (falaremos deste meio abaixo). Geralmente esses livros são pequenos, trantando-se de guias ou listas, com poucas páginas e tratando de forma superficial o conteúdo, criando assim interesse no consumidor em se aprofundar, resultando assim na compra do curso, palestra ou outro livro do empreendedor;

3 – E-mails

email

Caixa de e-mail abarrotada de conteúdo

Geralmente para se ter acesso à algum conteúdo exclusivo, deve-se assinar uma lista de e-mails. Através dessa lista, o empreendedor envia para o e-mail do interessado, conteúdo em formato de texto ou com links para outras plataformas , ou anuncia seus produtos. É um tipo de distribuição de conteúdo que geralmente o usuário não gosta muito, pois abarrota a sua caixa de e-mail, mas é uma ferramente de divulgação eficiente, se o empreendedor oferecer gatilhos mentais genuínos os e-mails continuaram sendo uma forma eficiente de divulgação;

4 – Vídeos & Podcasts

marketing-de-conteudo2Vídeos e Podcasts são outra forma de distribuir conteúdo, onde gera uma aproximação maior com o empreendedor, pois ele que fala diretamente com o seu público através dos vídeos e dos arquivos em áudio. Outra forma de conteúdo em vídeo é o webinar (vídeos em streaming) onde o empreendedor pode interagir com os seus espectadores e onde geralmente convidam um outro empreendedor digital para conversarem sobre algo de interesse em comum.

Como podemos ver, um conteúdo puxa ou complementa o outro, e estes possuem o objetivo de criar interesse no público para o produto que o empreendedor digital vende, seja uma palestra, livro, curso e etc.

Principais Estratégias de Divulgação e Promoção

Como visto anteriormente o conteúdo é parte principal da estratégia de promoção e divulgação dos infoprodutos oferecidos pelos empreendedores digitais. Mas existe uma estratégia de disponibilizá-los.

buzz-marketing11 – Gerando Buzz

Antes do lançamento é importante gerar “burburinho”, ou seja, criar uma expectativa no seus público. Isso pode ser feito através de teasers, postagens em redes sociais, ações com outros veículos de mídia e etc. Normalmente é utilizado os teasers em formato de vídeo;

2 – Anúncios

As pessoas precisam chegar ao conteúdo, ou seja gerar tráfego para a sua página de captura, para isso é preciso anunciar. Quanto mais segmentado for o seu público, mais assertiva precisa ser a escolha das mídias. Como se trata de produtos digitais, nada mais óbvio que investir em mídias digitais para veicular o seu anúncio. Muitos desses empreendedores utilizam como estratégia de divulgação links ou posts patrocinados no Facebook, Google, Youtube e Portais de Conteúdo;

engajamento-midias-sociais13 – Gerando Engajamento

Como estratégia para gerar engajamento o empreendedor digital vai distribuindo gratuitamente conteúdo. Isso é muito evidente. Geralmente são alguns vídeos ou livros que mostram uma pequena parte do conteúdo, que mostram cases de sucesso e qualquer outro tipo de mensagem que possa interessar o expectador;

4 –Parceiros

Traçar parcerias pode ser uma estratégia bem interessante, principalmente se essa parceria for com um empreendedor/guru digital que já possua uma grande base de seguidores/clientes. Claro que o parceiro deve ganhar algo em troca da divulgação, o que pode ser através de um troca ou comissões, o importante é incentivar o parceiro a promover o seu produto;

5 –Depoimentos

depoimentosPara dar mais legitimidade no empreendimento é importante mostrar pessoas que já adquiriram o produto e esse produto gerou uma transformação nestas pessoas. Os depoimentos existem desde os primórdios da publicidade e sempre serão uma ferramenta bem persuasiva, mas é importante que sejam autênticos, pois se não forem, além de não convencer o cliente, vão gerar um enorme prejuízo à marca do empreendedor;

6 – Redes Sociais

Além de anunciar o  produto e gerar tráfego para a sua página de captura, as redes sociais são importantes para estabelecer um relacionamento dos usuários com o empreendedor. Também pode ser uma forma de engajar os seguidores, dando descontos se estes conseguirem convencer mais pessoas à adquirirem o produto oferecido;

7 – Escassez e Tempo Limitado

É importante que na hora de lançar um infoproduto como um curso ou palestras por exemplo, o empreendedor digital delimite o tempo da oferta e ofereça uma quantidade X de vagas. Isto porque o inconsciente coletivo costuma associar que, quanto mais difícil for conseguir determinado objeto de desejo, mais raro e valioso ele é, logo, mais valioso. Delimitar o tempo e a quantidade de vagas são importantes também para a avaliação e para a organização de futuros novos lançamentos.

Fluxograma

É preciso estruturar de forma eficiente as ações para que se tenha um melhor resultado. De forma resumida vou fazer um resumido passo-a-passo dos itens que expliquei acima:

  1. Através dos anúncios, redes sociais ou associados, deve-se gerar tráfego para a sua página de captura;
  2. Fazer o interessado assinar uma lista de e-mails e em troca ofereçer algum conteúdo exclusivo e que gere valor;
  3. Com os e-mails e/ou vídeos mostrar o seu conteúdo e o porque este vai ser relevante para o usuário. Gerar interesse e mostrar que é um autoridade no assunto;
  4. Depois de mostrar parte do conteúdo e ressaltar como ele é importante, convencer o cliente a comprar o infoproduto. Isso pode ser feito através de um vídeo, e-book ou de um Webinar;
  5. Normalmente os passos acima devem ser feitos em um período de 15 dias à um mês.

Pós-Lançamento

O trabalho não termina após a venda do infoproduto. É importante continuar de alguma forma o relacionamento com os compradores, pois é mais fácil fidelizar que fazer novos clientes. Isso pode ser feito de “n” maneiras, de um grupo no Facebook à eventos para os usuários, de conteúdos exclusivos à descontos em aquisições de novos produtos, o importante mesmo é manter essas pessoas em uma base de clientes.

Lógico que isso é apenas um resumo, mas serve para dá uma base de como funciona o universo dos lançamentos de infoprodutos de empreendedores digitais. Caso você se interesse ou tem alguma ideia de algum tipo de produto que possa ser relevante para as pessoas, existem na WEB vários sites que podem te auxiliar nisso.

Espero que tenham curtido o post e fiquem ligados, pois estou preparando um post sobre crowdfunding que está ficando sensacional. Então para mais conteúdos interessantes e relevantes assine o feeds do blog ou siga nas redes sociais (os links estão ao lado).

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Publicado em Empreendedorismo

O Sócio

O Sócio do canal History é um dos melhores programas que eu comecei a assistir recentemente. Para quem não conhece, o empresário Marcus Lemonis (dono da empresa multibilionária Camping World)  em cada episódio é chamado para recuperar empresas que estão em prejuízo ou a ponto de falir. O empresário analisa os pontos de melhoria sempre pela premissa dos 3ps (Produto, processo e pessoas). Depois de verificar a viabilidade do negócio, Lemonis faz às empresas uma oferta impossível de ser recusada: seu dinheiro em troca de uma parte do negócio e uma porcentagem dos lucros. Uma vez dentro da empresa, ele então faz de tudo para salvar o negócio e torná-lo lucrativo, mesmo que isso signifique demitir o presidente, promover a secretária ou fazer ele mesmo o trabalho.

O programa é interessante pois mostra o cenário de várias empresas a beira da falência (cenário semelhante a muitas empresas por aqui também) e como algumas estruturações podem mudar totalmente o ambiente, principalmente na variável Pessoas. Em muitos momentos o programa é didático e mostra o que fazer para sair das situações ou como potencializar o negócio.

O programa passa nas terças às 21h45, mas alguns episódios podem ser vistos no Youtube.

Para mais conteúdo de qualidade continue acompanhando o blog.

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Já está na hora de levar política a sério

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Nunca falamos tanto de política, afinal escândalos de corrupção envolvendo vários políticos e quase todos os partidos são manchetes diárias nos noticiários, a Operação Lava-Jato tem mostrado a relação ilícita entre políticos e empreiteiras, observamos o segundo processo de impeachment da nossa história, estamos com a presidente eleita afastada e o interino sob grande desaprovação popular, o presidente da Câmara renunciou, o presidente do Senado sob investigação, e uma crisa política sem precedentes na história democrática desse país. Mesmo falando mais, não quer dizer que estamos falando melhor, principalmente quando vemos uma grande superficialidade das visões ou argumentações sob a defesa de opinião ou os extremismos que tem tornado qualquer debate em um campo de batalha, onde você é coxinha ou petralha, ou direitoso ou esquerdopata e etc, e esse bipolarismo político está fazendo mal para a nossa já sofrida democracia.

Mas por que levar a política a sério se os políticos não nos levam a sério?

A maioria de nós está há muito tempo descontente com a política e o sistema nunca gerou tanto descrédito, mas quanto menos nos interessamos, mais ficamos reféns das escolhas alheias a nossa vontade. Parte da responsabilidade do que vemos hoje é nossa, de certa forma a nossa passividade e memória curta ajudam a alicerçar este cenário.

A verdade é que ainda temos uma democracia imatura, tivemos anos de ditadura e ainda colhemos consequências disso, mas países vizinhos como o Chile possuem democracias mais maduras e consolidadas mesmo tendo histórico semelhante. Conforme um relatório da Economist Intelligence Unit, que todos os anos elabora o Índice da Democracia. Em sua edição mais recente, o estudo coloca o Brasil como a 51ª democracia de melhor qualidade no mundo, em um grupo de 167 países, sendo classificada no grupo de Democracia falhas.

Mesmo com a descrença e sentimento de impotência, devemos mudar a nossa relação com a política, pois muitas serão as transformações que virão em breve e devemos ser protagonistas dessa nova configuração.

Mas fazer o que para mudar?

O primeiro passo é o conhecimento. Devemos saber como funciona a nossa democracia, quais os seus pilares e quais os deveres de cada um neste organismo. Não precisamos nos envolver em partidos políticos, chapas, candidaturas e etc para sermos protagonistas na democracia, basta ter consciência para votar bem e saber o seu papel.

É verdade que para se informar sobre isso é necessário muitas vezes ler livros, procurar informações na Internet (sendo muitas dessas informações desencontradas na internet). Mas iniciativas como o  Politize! pode ajudar nesta empreitada. A plataforma é um portal de educação política sem vinculações político-partidárias, com o objetivo maior de ajudar você a conhecer mais sobre a política – e consequentemente formar seus próprios pontos de vista. Você pode também continuar acessando o Willy Blog que em Agosto e Setembro trará uma série de posts sobre política e de como se preparar para votar nessas eleições, de forma apartidária e sem ideologias, só informação e dicas.

Fonte: Papo de Homem

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Publicado em comportamento, política

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